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Grêmio teme lesões e avalia troca de chuteiras em campo sintético

Partida contra o Cruzeiro, pelo Gauchão, acontece três dias antes das oitavas da Libertadores

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

Hector Werlang
Escudero e os reservas do Grêmio treinaram no sintético
Os reservas do Grêmio enfrentaram o Porto Alegre no distante 20 de março, porém, dois jogadores ainda sentem o reflexo do gramado sintético do Passo d' Areia. Passado um mês, completado nesta quarta-feira, o atacante Junior Viçosa e o zagueiro Romário ainda se recuperam de lesões musculares.

É este exemplo que faz os titulares temerem lesões contra o Cruzeiro, sábado, na semifinal da Taça Farroupilha, o segundo turno do Gauchão. Gabriel e Borges admitiram o receio nesta terça-feira. E foi por isto que Renato Gaúcho e a direção reivindicaram a escolha por outro estádio. O mandante, porém, preferiu atuar no piso artificial.

"O risco é grande. O piso é duro e exige mais da musculatura. Sem falar que a trava da chuteira pode prender na grama e provocar torção de tornozelo ou joelho. Há também a possibilidade de alguém cair e queimar a perna", reclamou Renato ao lembrar a sua experiência de peladeiro no Rio de Janeiro.

Para diminuir esta dificuldade, o centroavante Borges cogita mudar a chuteira com a qual entrará em campo. A troca será testada na sexta-feira quando o Grêmio treinará na grama artificial.

"Atuei neste piso quando tinha 12 ou 13 anos e joguei com chuteira específica. Isto pode ajudar e vou testar. O importante é rezar para ninguém de Grêmio e Cruzeiro se machucar", contou o jogador.

A Fifa não impede o uso deste tipo de calçado. Para Gabriel, o treino de sexta será fundamental:

"Precisamos nos adaptar. Temo mais os joelhos".

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