Ode e repúdio ao mistério revela diferença de preparação no Gre-Nal

Celso Roth gosta de ter privacidade em treinamentos
Gazeta Press
Celso Roth gosta de ter privacidade em treinamentos
O Gre-Nal de domingo, às 17h, no Beira-Rio, será um jogo de contrastes. O Inter tenta classificação à Libertadores. O Grêmio , impedir o rival de chegar ao maior torneio sul-americano. Dorival Júnior quer coroar o trabalho, e Celso Roth irá se despedir. E, por fim, colocará à prova as diferentes preparações dos clubes: afinal, mistério ganha jogo?

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Nesta quinta-feira e também na sexta-feira, os treinos serão com portões fechados no Olímpico. Roth irá repetir a fórmula usada no clássico do primeiro turno. Na época, impediu a presença da torcida e da imprensa em um trabalho e surpreendeu com a escalação de Marquinhos e Escudero. Resultado: ganhou por 2 a 1.

“É uma questão de ter mais privacidade. Nada além disso. Faz parte de uma rotina de trabalho”, explicou o treinador.

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O lateral-esquerdo Julio Cesar acha válido:

“Só tem duas equipes na cidade. Todos sabem o que acontece...”.

O mistério ficará por conta da escalação do zagueiro Rafael Marques. Com dores na canela da perna direita, não treina desde terça-feira. Vilson é a alternativa.

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Dorival Júnior tem maneira pouco comum de encarar a preparação. Age de maneira natural, não fecha treinos, não despista sobre usar ou não jogadores e chegou até a pegar o microfone e anunciar do 1 ao 11 o time que mandaria a campo: disse que a equipe que perdeu para o Flamengo seria a mesma do clássico.

“Apenas tenho essa forma de levar meu trabalho. Sempre fiz isso desde o primeiro clube, jamais escondi. Acredito que alguns trinadores se sintam bem fazendo isso, eu respeito, mas procuro sempre colocar ao torcedor o que ele vai ver em campo”, detalhou.

Nos treinos, pede apenas que não sejam feitas imagens dos jogadas de bola parada. Desde agosto, quando foi contratado, não fechou nenhum trabalho.

“A maior arma de uma equipe é o treinamento. Cada um usa de seu artifício. São posturas diferentes, mas com o mesmo objetivo. Mesmo que haja alteração de escalação, o outro time está preparado. Não sei se isso é definidor de resultado, mas respeito quem trabalha assim. O que leva a crer que escondendo alguma coisa vai ganhar ou perder? São critérios”, encerrou.

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