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Grêmio deixa de usar massagista e reveza preparador físico

Com 20 dias de trabalho, Vanderlei Luxemburgo implanta modelo de administração no Olímpico

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Vanderlei Luxemburgo conversa com Paulo Paixão (D) durante treino do Grêmio
Ao mesmo tempo em que personaliza o time, Vanderlei Luxemburgo implanta a sua administração no Grêmio . O estilo detalhista revela um treinador atento às situações de dentro e fora do campo. As últimas mudanças foram a extinção da figura do massagista e o revezamento do preparador físico em dias de jogos.

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Luxa começou a trabalhar no Olímpico em 23 de fevereiro e, logo na sua apresentação, fez questão de negar o rótulo de comandante de uma comissão técnica gigantesca. Disse que criou um grupo de trabalho multidisciplinar apenas uma vez: na seleção brasileira. Tanto que trouxe apenas o preparador físico Antônio Mello e o auxiliar Junior Lopes para Porto Alegre.

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Porém, aos poucos, o novo comandante adaptou a estrutura do clube. Isto porque o Grêmio mantém uma comissão técnica permanente. Roger Machado (auxiliar), Paulo Paixão (preparador físico) e Francisco Cersósimo (preparador de goleiros) são funcionários independentemente do treinador.

Desde a vitória sobre o Novo Hamburgo, domingo, há um revezamento do preparador físico no banco de reservas. Ora Mello, ora Paixão será o responsável pelo aquecimento dos atletas entre outras funções.

“Não vai haver nenhuma interrupção, mas sim sequência no trabalho. Vejo com bastante naturalidade o revezamento. Somos dois profissionais de gabarito”, comentou Paixão.

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A extinção do massagista aconteceu na partida anterior – vitória sobre o River Plate, do Sergipe, na Copa do Brasil, na quarta-feira. Luxa prefere que algum fisioterapeuta acompanhe o médico no atendimento aos jogadores:

“O fisioterapeuta é muito mais preparado para assistir o médico. O massagista continuará na função dele”.

Então, Henrique Valente e Felipe Marques assumem o lugar de José Flores e Marco Zeilmann. Estes continuam trabalhando normalmente nos treinos. Vale lembrar que a CBF limita em cinco o número de integrantes no banco: treinador, auxiliar, médico, preparador físico e massagista.

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