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Time gaúcho precisa derrotar Católica, porém, acumula insucessos como visitante na Libertadores

A missão é difícil, afinal, o histórico do Grêmio não é nada animador. Em três jogos fora de casa na Libertadores, perdeu dois e empatou um. E a receita, aparentemente, contraditória. Para vencer o Universidad Católica, dia 4, no Chile, por dois gols de diferença e se classificar para as quartas de final, o time de Renato Gaúcho irá reforçar a defesa.

O entendimento no Olímpico, após a derrota por 2 a 1 desta terça-feira, é que só será possível ter sucesso no San Carlos de Apoquindo, em Santiago, caso a defesa não vaze. O problema é que, em quatro jogos (incluindo a pré-Libertadores) como visitante, o time sofreu oito gols. Fez quatro.

"Nós treinamos todos os dias, mas os erros acontecem. É aquilo que falo: não tenho uma equipe perfeita, porém, o meu grupo é bom e confio na virada", disse o treinador.

À medida que os repórteres insistiram em perguntar sobre a qualidade do elenco, o treinador respondeu:

"Não entendo onde vocês (imprensa) querem chegar. Perdemos um jogo, mas o time está vivo na Libertadores e no Gauchão. Não está tudo mil maravilhas, mas não é terra arrasada".

O volante Adilson reconhecer ser necessário melhorar a marcação e isentou a zaga. Para ele, a marcação é um conjunto.

"Não podemos criticar a defesa, o erro pode ter vindo de muitas circunstâncias. Eu posso ter saído errado, alguém não cortou o cruzamento...", definiu.

O jogador fez anda uma avaliação curiosa:

"Levamos muitas coisas positivas de jogos como o de hoje, de derrota. Começamos até bem, mas com um a menos as coisas ficaram mais difíceis. Temos é que nos reorganizar para buscar a reversão".