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Gratidão a Perrella pesou na decisão de Gilberto ficar

Meia tem boa relação com o presidente do time mineiro, que o contratou em 1998 e o repatriou em 2009

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Na manhã dessa sexta-feira, o meia Gilberto explicou os motivos de sua decisão de permanecer no Cruzeiro e recusar a proposta do Botafogo. Gilberto afirmou que não existe nenhum tipo de clima ruim com o atual grupo e que o fator preponderante para ficar em Belo Horizonte foi a gratidão que tem ao presidente Zezé Perrella.

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Gilberto estava indeciso quanto à proposta do Botafogo principalmente por poder voltar ao Rio de Janeiro, cidade onde moram suas filhas. “A minha saída não era por estar insatisfeito. Nunca disse isso. O que pesava era o fato de querer estar perto das minhas filhas. Não era proposta financeira do Botafogo. Era estar perto das minhas filhas. Desde 2001 nunca parei no Rio para ficar perto delas. Chega uma hora que isso pesa e pesou. Mas depois da conversa com o Zezé (Perrella) eu resolvi ficar”, revelou Gilberto.

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Essa é a segunda passagem de Gilberto pelo Cruzeiro. Em 1998, o presidente Zezé Perrella o contratou. Em 2009, depois da frustrante eliminação na Libertadores, o mesmo Perrella buscou o jogador no Tottenham, da Inglaterra. “Gratidão ao presidente pesou (para ficar). Ele abriu as portas do clube para que eu voltasse. Ele me disse algumas coisas e me coloquei no lugar dele. O fato de estar distante das minhas filhas, pelas coisas que ele me disse, eu poderia esperar. Vou tentar ajudar o presidente para até o final do ano levantar mais um troféu”, disse Gilberto.

O jogador negou que exista algum tipo de clima ruim com a comissão técnica ou com os jogadores. “Aqui eu vivo bem, vivo tranqüilo. Meu convívio com o Cuca é muito bom, como era com o Adilson (Batista, ex-técnico). Falo com ele que comigo não tem tempo ruim. Independentemente da posição ou do adversário, estou sempre trabalhando para ajudar”, concluiu o experiente jogador de 35 anos.

 

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