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Para técnico do Vasco, times têm ambições na Copa Sul-Americana e no Campeonato Brasileiro

Enfrentar o Palmeiras três vezes seguidas será um ingrediente extra para o Vasco, tanto na Copa Sul-Americana quanto no Campeonato Brasileiro. A explicação vem do técnico Ricardo Gomes. Segundo o comandante cruzmaltino, além de resgatar prestígio internacional com o torneio continental, ambos ocupam hoje uma posição emergente na competição nacional e sabem que a vitória melhorará a posição na tabela.

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“É bom para o futebol. O futebol precisa de grandes jogos. E nada melhor do que ter pela frente três confrontos seguidos. Teremos três partidas disputadíssimas, o Palmeiras vai querer ir bem na Sul-Americana e no Brasileiro para se aproximar dos líderes”, atestou Ricardo Gomes.

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Diego Souza foi expulso contra o Botafogo, mas enfrenta o Palmeiras pela Sul-Americana
Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro
Diego Souza foi expulso contra o Botafogo, mas enfrenta o Palmeiras pela Sul-Americana
Os dois times se enfrentam nesta quinta pela Sul-Americana e domingo pelo Brasileiro. O jogo de volta pelo torneio continental será dia 24, em São Paulo. No campo da rivalidade, vencer dois jogos nesta “melhor de três” ficaria de bom tamanho. Mas, para este primeiro compromisso, o Vasco não vai com sua força máxima.

Gomes promete lutar pelo título internacional. Mas a prioridade no momento ainda é o Brasileiro. Para isso, ele vai poupar alguns titulares. Felipe e Eder Luis, por exemplo, ficam no banco de reservas. Alecsandro nem relacionado foi. O comandante quer o atacante se recuperando fisicamente. Juninho Pernambucano volta à equipe.

Dedé, com a seleção brasileira, dará lugar a Renato Silva. E no ataque Elton terá nova oportunidade. O Vasco entra em campo com Fernando Prass; Fágner, Renato Silva, Anderson Martins e Julinho; Rômulo, Jumar, Juninho e Bernardo; Diego Souza e Elton. Gomes não quis mexer tanto na equipe. Quem entrar deve estar minimamente entrosado com os titulares.

“Vou mexer em quatro, cinco posição no máximo. Não adianta mudar muito, porque aí quem entrar não vai render, porque não conhece o time, os jogadores. Quem entrar já deve ter uma noção de como o time atua. O importante é dar ritmo aos que vão entrar”.

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