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Goleiro dançarino mostra que sabe defender e exalta o Congo

Kidiaba está adestrado para evitar falar bobagem em entrevistas e preferiu valorizar vitória sobre os brasileiros e perdir respeito contra futuro adversário na final do Mundial de clubes

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

O goleiro dançarino Kidiaba mostrou contra o Internacional que também sabe defender. Fez pelo menos três boas defesas que garantiram os 2 a 0 para o Mazembe, da República Democrática do Congo, resultado que classificou os africanos para a decisão do Mundial de clubes pela primeira vez.

O rival sai do vencedor de Inter de Milão e Seongnam Chunma, da Coreia do Sul, que se enfrentam nesta quarta-feira. Em francês, traduzido simultaneamente por uma funcionária da Fifa para o inglês, Kidiaba foi todo educado.

É um dia histórico para o Congo. Conseguimos uma façanha que ninguém esperava. Fico feliz por ter ajudado, disse o camisa 1, que desta vez não fez sucesso apenas por sua dancinha que consiste em sentar e ficar pulando, batizada por ele de Kidibwake, referência a uma dança da Costa do Marfim, onde jogou.

Com 34 anos, Kidiaba é um dos mais experientes do Mazembe. Tem fama de louco em seu país e sua entrevista é acompanhada atentamente pelo chefe de imprensa do time africano. O arqueiro parece bem orientado e evitou provocações, tanto a brasileiros quanto aos possíveis rivais da final, a Inter de Milão.

Vamos continuar trabalhando forte. Não acabou, não vamos nos satisfazer com esse resultado, disse Kidiaba. Os jogadores do Mazembe deixaram o vestiário cantando, animação bem típica da África. Não houve provocação contra os brasileiros, que passavam pelo mesmo local.

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