Meia diz que não há nem samba, nem batuque. Lúcio criticou falta de seriedade no grupo

Mowa Press
Ganso participou de coletiva nesta segunda na Argentina
Ao lado de Lúcio na entrevista coletiva na qual o capitão da seleção brasileiro criticou falta de seriedade na seleção brasileira , o meia Paulo Henrique Ganso , 21 anos, um dos jovens criticados indiretamente, negou que esteja havendo brincadeiras excessivas no grupo. O Brasil apenas empatou nesta Copa América da Argentina ( 0 a 0 contra a Venezuela e 2 a 2 contra o Paraguai ) e precisa vencer o Equador quarta-feira (21h45, em Córdoba) para se classificar sem depender de outros resultados.

“Não há batuque, não há samba, tem as nossas brincadeiras de sempre, mas nada excessivo. Espero que continue assim e que possamos entrar de vez na competição contra o Equador”, disse Ganso.

Lúcio disse que tem jogador atuando com nome e achando que genialidade ganha jogo. Ganso fez um mea-culpa: acha que está errando muitos passes, apesar de ter dado duas assistências para os gols contra os paraguaios, sábado passado.

“Preciso acertar mais alguns passes e dar mais velocidade a algumas jogadas, para que os atacantes possam ter mais chances de marcar”, disse o jogador, que garantiu estar bem fisicamente depois de passar por cirurgia no joelho e se recuperar de lesão muscular.

Para Ganso, o grupo tem qualidade individual e pode aprender a jogar coletivamente, que segundo ele é o que Mano Menezes vem insistindo nos treinamentos. “Quando isso acontecer, as críticas por não vencermos as partidas vão passar. O grupo tem qualidade, uma boa mescla de experiência com juventude, vai dar certo”, disse Ganso, que evitou confronto com o capitão da seleção.

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