"Isso faz parte do planejamento para não ter dividida, choque, não machuca ninguém", disse o meia Ganso em defesa do treinador

Após o último treino do Santos na cidade de Nagoya , no Japão, antes da estreia no Mundial de Clubes da Fifa , os jogadores foram bastante questionados pela ausência de coletivos durante os quatro dias de atividade no estádio do Nagoya Grampus. Ganso e Elano alegaram, nesta segunda-feira, que os treinos leves evitam lesões e servem para aperfeiçoar os fundamentos.

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“Isso faz parte do planejamento para não ter dividida, choque, não machuca ninguém. A gente fica bem tranquilo, sabe que isso (coletivo) faz falta um pouco, mas estamos sim tranqüilos para a partida”, afirmou Ganso .

Apesar de defender a decisão do técnico, o camisa 10 disse que não teria problemas em disputar treinos táticos e coletivos antes do início do Mundial. “Alguns jogadores sentem mais, outro menos, isso faz parte da programação”, declarou.

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Elano não gostou de ser questionado sobre a opção de Muricy e ressaltou que os treinos de bola parada foram importantes para a disputa do Mundial.

“Agora é hora de aperfeiçoar aquilo que nós fizemos, termos tranquilidade para que a gente melhore bola parada, esse tipo de coisa importante para o jogo. Não tem mesmo muito o que fazer, pois fizemos isso o ano todo. O Muricy é um cara consciente, inteligente para caramba, por isso fizemos isso aí que hoje vocês viram”, disse Elano.

Veja fotos do Santos no treino desta segunda-feira no Japão:

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