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Ganso diz que se adapta ao Barça e recusa fazer firulas de Neymar

"Não sou de dar caneta, chapéu e elástico quando não precisa", apontou o camisa 10 e destaque do Santos

Gazeta |

Paulo Henrique Ganso é da mesma geração que Neymar, mas discorda de qualquer comparação com colega do Santos. Orgulhoso por se sentir o "camisa 10 que o povo gosta", o meia se coloca nos padrões do Barcelona por limitar seu número de toques na bola. Por isso, não quer ter o perfil de driblador que caracteriza o seu colega no Santos. 

"Nunca quero dar mais que dois toques na bola. É uma coisa que me imponho. Não sou de dar caneta, de dar chapéu, de dar elástico quando não precisa. Só faço isso quando é necessário para facilitar meu jogo", disse em entrevista à revista ESPN o jogador que chegou a dar um passe de calcanhar para Neymar fazer gol na final do Paulistão de 2010.

Lances como aquele, na opinião de Ganso, o colocam como possível reforço do Barcelona. "É um time fantástico, não é à toa que teve três jogadores incluídos como os melhores do mundo. É o toque de bola mais bonito do mundo, eu me encaixaria bem ali", apontou ele, que já esteve nos planos de Milan e Inter de Milão. "Eu preferia jogar na Espanha, mas sei que posso fazer sucesso na Inglaterra também, onde o futebol é mais corrido, ou na Itália, onde tem mais marcação."

Futuro longe do Santos à parte, o camisa 10 está ansioso por retornar aos gramados, o que deve ocorrer no dia 16, contra o Colo Colo, pela Libertadores. O atleta, entretanto, reforça que sua cabeça definitivamente não está na Vila Belmiro. "Volto na Copa América para começar a fazer minha história na Seleção, como tenho feito no Santos", apontou, fazendo sua propaganda para Mano Menezes.

"Sabe esse esquema 4-2-3-1? Não tem uma hora em que ele vira 4-2-2-2, quando um dos meias que jogam pelo lado do campo vira atacante, ou então quando um lateral faz a ultrapassagem e chega para decidir? É aí que entro. Tenho a bola e faço ela chegar na hora certa no pé dele, evitando o impedimento. Esse é o meu tipo de jogada", definiu. "Sou um camisa 10 que estava jogando bem, por isso o povo gosta de mim. Eu me sinto muito amado por torcedores de todos os times", concluiu.

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