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Mesmo em má fase, o Rio Branco, clube fundado em 1913, sempre foi a equipe da cidade, fato que é difícil de ser mudado em poucos meses

A ascensão de alguns clubes-empresa gerou cenários curiosos no futebol brasileiro. Neste ano, a cidade de Americana, tradicional reduto do Rio Branco Esporte Clube, recebeu de mudança o antigo Guaratinguetá. Apesar de pouco tradicional, o novo clube da cidade trouxe um atrativo esportivo para os torcedores: enquanto o Rio Branco foi rebaixado para a Série A3 do Campeonato Paulista, o Americana faz parte da elite do futebol paulista e também disputa a Série B do Campeonato Brasileiro. Por essa razão, o meia-atacante Fumagalli acredita que uma boa campanha na competição nacional pode atrair o público da cidade para os jogos da equipe caçula.

"No Campeonato Paulista a gente começou muito bem, e isso cativou bastante os moradores da cidade. Nós vimos que todo mundo começou a nos apoiar, mesmo não sendo uma torcida de massa, como a do Corinthians ou do Sport. Então tenho certeza que a equipe terá mais torcedores no estádio se obtiver os resultados", aposta o experiente jogador.

Mesmo em má fase, o Rio Branco, clube que foi fundado em 1913, sempre foi a equipe da cidade, fato que é difícil de ser mudado em poucos meses. Para Fumagalli, o recém-chegado Americana não está disputando espaço com o outro time do município, até porque tem atrativos diferentes para oferecer aos torcedores da cidade.

"Eu acho que os torcedores apóiam os times que são de Americana. Não acho que teve um conflito com o Rio Branco, até porque eles estão disputando outros campeonatos. Acho que vai ser legal para os moradores da cidade, que vão poder ver um Campeonato Brasileiro da Série B de perto", projeta o veterano.

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