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Frizzo esfria saída de Felipão da concentração; técnico se cala

Treinador não concedeu entrevista coletiva por causa de confusão que envolveu nutricionista do Palmeiras

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

A busca por cortes de gastos no Palmeiras começa a criar rusgas entre Luiz Felipe Scolari e a diretoria. O treinador se irritou com o fato de a nutricionista do time, Alessandra Favano, ter sido dispensada da concentração para que houvesse a economia de apenas uma diária. O técnico chegou a deixar a delegação para dar o seu lugar à nutricionista. Felipão se recusou a falar sobre o assunto.

Irritado, o treinador nem mesmo concedeu entrevistas após o empate por 0 a 0 contra o Santo André  neste sábado. A polêmica tem relação direta com a mudança de rotina, apesar do treinador justificar o silêncio dizendo que vai viajar após a partida.

Sobre o assunto, o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, disse que a situação é normal dentro de um ambiente de trabalho onde todos querem buscar a vitória.

“Não aconteceu nada com a nutricionista. No ambiente de trabalho, as pessoas têm divergências naturais. São discussões sobre volume de pessoas que vão ou não para a concentração. Isso tudo significa gasto e nós viemos a bordo de uma mensagem para fazer diferente. E temos que fazer algo diferente, recolocar o clube em uma posição financeira tranquila”, disse Frizzo, que ainda explicou que a dispensa da nutricionista faz parte de uma mudança de costumes.

“Estamos tentando criar uma cultura sem perda de qualidade, mas com corte de gastos supérfluos e desnecessários. Quando você questiona esse assunto, acontecem algumas confusões. A nutricionista ficou fora por uma questão de gastos. Ela mora em São Paulo e poderia pegar um cineminha com as amigas. Eu mesmo adoraria ser cortado da concentração”, explicou Frizzo.

Felipão já havia se irritado com a economia na hora de buscar um camisa 9. Rodadas atrás, durante entrevista coletiva, o treinador afirmou que o barato poderia sair caro. Enquanto isso, ele trabalha com dispensas de jogadores que tinham salários muito altos ou que pouco acrescentavam ao grupo.

Tadeu, Vitor, Edinho, que já foram negociados, Danilo, que irá embora no fim do semestre, e Lincoln e Maurício Ramos, já colocados publicamente como moedas de trocas, são exemplos disso. Em contrapartida, chegaram atletas com salários bem menores, como Cicinho e Adriano.

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