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Frizzo diz que não se preocupa com ética são-paulina no caso Cicinho

Vice de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, fez uma consulta sobre o atleta

Gazeta |

A notícia de que o São Paulo assediou o Oeste de Itápolis para buscar a contratação do lateral direito Cicinho, atualmente no Palmeiras, continua apresentando desdobramentos. Com uma pitada de ironia, o diretor de futebol do Verdão, Roberto Frizzo, avisa que não irá esquentar a cabeça com a postura do rival do Morumbi.

"Estamos em fase final do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil, uma competição muito desejada por todos. Não tenho de me preocupar com a ética do vizinho", afirmou o dirigente nesta quinta-feira, antes do confronto contra o Santo André, pela Copa do Brasil.

Frizzo descarta, por enquanto, acusar o São Paulo de tentar desestabilizar o ambiente palmeirense antes de uma fase decisiva da temporada. Os dois grandes são concorrentes tanto no Paulistão como na Copa do Brasil.

"Não sei se há pessoas com essa inteligência de fazer um plano desta grandeza", despistou Frizzo, que também não quis fazer juízo de valor sobre o modo de trabalho no São Paulo. "Ética é um conceito diferente para cada um", emendou.

Apesar do interesse do São Paulo, o Palmeiras carrega a prioridade da contratação de Cicinho junto ao Oeste - o empréstimo do atleta termina em dezembro. Em função de toda a polêmica, o técnico Luiz Felipe Scolari chegou a dizer que houve uma cafajestagem por parte do Tricolor.

 

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