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Futebol
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Fominha, Fernando Prass ficou fora apenas uma vez em 137 jogos

Goleiro vascaíno, contratado em 2009, não dá brecha e faz questão de disputar até jogos com time reserva

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Às vésperas de completar 33 anos, Fernando Prass segue o lema do bom vinho: quanto mais velho, melhor. Único goleiro a se firmar na posição em três temporadas seguidas depois de Hélton (2000/01/02), o camisa 1 de São Januário é uma unanimidade no gol vascaíno. Um dado curioso contribui para isso: fominha, ele não abre de disputar todas as partidas do Vasco no ano.

Maurício Val / Fotocom.net
Fernando Prass não quer saber de descanso
Prass foi contratado para a disputa da Série B, em 2009. Estreou com a camisa cruzmaltina junto com o time na Segundona. Desde então, o Vasco faz fez 137 jogos. A contragosto, desfalcou a equipe somente uma vez, no dia 10 de fevereiro, diante do Souza-PR, pela Copa do Brasil. Foi voto vencido, queria estar em campo, mas foi poupado pelo então técnico Vagner Mancini, que queria o time principal focado apenas na semifinal da Taça Guanaraba.

“Sou fominha mesmo. Gosto de disputar todas as partidas. Gosto de jogar, quero ritmo. Se pudesse, jogava todos os dias”, conta o goleiro, titular na vitória de 3 a 1 sobre o Ceará, sábado, na abertura do Campeonato Brasileiro. Priorizando a Copa do Brasil – o Vasco enfrenta o Avaí nesta quarta-feira, na Ressacada, no jogo de volta da semifinal -, o técnico Ricardo Gomes escalou uma equipe de reservas.

Em 136 partidas, o goleiro sofreu 145 gols. Com a saída de Carlos Alberto, herdou a braçadeira de capitão. Pela história no clube, o meia Felipe poderia ocupar o posto, mas Ricardo Gomes manteve o camisa 1 como líder da equipe. A responsabilidade não pesou sob os ombros do goleiro. Carlos Germano, goleiro vascaíno entre 1992 e 2000, é hoje o seu treinador.

Dizendo-se impressionado com as qualidades do jogador, diz que falta um título a Prass para ele entrar na galeria dos grandes goleiros da história do clube. Germano vai além: se ambos fossem da mesma época, o preparador teria a posição ameaçada.

“Ele teria vaga naquele time do Vasco. Ia me dar trabalho. A gente ia ter que revezar. O Prass é um excelente goleiro, faltam títulos a ele. Isso dá peso à carreira de um jogador”, destacou Carlos Germano.
 

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