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Peter Siemsen revela que clube trabalha a base de permuta e ações promocionais para ter a estrutura

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Peter Siemsen considera valores dos terrenos na cidade muito elevados
Promessa de campanha do presidente Peter Siemsen e um dos motivos da saída do técnico Muricy Ramalho, no início de 2011, a construção de um centro de treinamento para o futebol profissional do Fluminense ainda está longe de sair do papel. O alto custo dos imovéis no Rio de Janeiro é apontado pelo cartola tricolor como principal dificuldade para o avanço do projeto.

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"Estamos trabalhando com opções para ter CT profissional. O custo, infelizmente, é muito alto e o Fluminense não tem dinheiro para isso. Mas estamos trabalhando duro com algumas opções, a base de permuta e ações promocionais. Estamos trabalhando muito e vamos chegar lá", disse o presidente do Fluminense à rádio Tamoio.

No início deste ano, o gramado das Laranjeiras passou por uma reforma e apresenta melhores condições que em anos anteriores. A falta de privacidade, porém, com livre acesso de sócios e conselheiros ao clube, e a falta de estrutura nos vestiários e academia aos jogadores, é apontada como uma das razões para que o clube procure um novo local para o time principal.

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Uma parceria com a Escola de Educação Física do Exército foi firmada também no início da temporada. O clube pode utilizar o campo das Forças Armadas, na Urca, em algumas datas neste ano. Treinos do time principal foram realizados no local em janeiro e fevereiro.

Já as categorias de base treinam em Xerém, que recentemente passou por uma reforma, reinaugurada na quinta-feira. Alguns reservas que não forem utilizados contra o Boca Juniors, na próxima quarta-feira, treinarão no local. O Fluminense ainda irá construir mais três campos no local, que fica na Baixada Fluminense.

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"Vamos reinaugurar uma parte das obras. Ainda falta bastante coisa. Dois campos novos e toda a área de quartos está remodelada. Já começou o trabalho para dois outros campos novos. E vamos partir para o outro campo que será de grama sintética. Serão cinco campos no total. Depois vamos trabalhar a área técnica e a reforma dos vestiários", disse Peter Siemsen.

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