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Flamengo só levará para Sucre, na Bolívia, de 12 a 14 jogadores

Luxemburgo só convocará atletas que deverão atuar em Potosí, pela pré-Libertadores, para o período de adaptação à altitude

Vicente Seda, enviado iG a Londrina |

Vicente Seda/iG
Luxemburgo e Antônio Mello conversam durante treino neste domingo em Londrina
O Flamengo levará apenas o time titular e mais dois ou três reservas no máximo para Sucre, na Bolívia, onde os jogadores farão a adaptação a altitude de quase três mil metros na cidade para a partida contra o Real Potosí, em Potosí, quatro mil metros acima do nível do mar. Quem não estiver neste grupo, voltará de Londrina para o Rio no dia 16, após o amistoso contra o Corinthians no dia 15, e disputará a estreia no Estadual, dia 21, contra o Bonsucesso. No dia 23, alguns deles se juntarão ao grupo na Bolívia.

Em uma leitura da primeira divisão de time feita por Vanderlei Luxemburgo nos treinos em Londrina, a equipe escalada com 13 jogadores para a atividade de um toque teve César, que daria lugar a Felipe, Leonardo Moura, Welinton, Alex Silva, Júnior César, Maldonado, Luiz Antonio, Willians, Aírton, Renato, Botinelli, Ronaldinho Gaúcho e Deivid. Além desses, os demais reservas que seriam levados são incógnitas, mas é provável que haja pelo menos mais um zagueiro e um atacante na lista.

VEJA TAMBÉM: Avaliação física confirma que Ronaldinho Gaúcho chegou fino a Londrina

Indagado sobre o período de nove dias em Sucre, o preparador físico Antônio Mello afirmou que sabe exatamente o que acontecerá nos primeiros momentos. “O primeiro dia é horrível. Os sintomas da altitude são bem acentuados. Depois vai melhorando gradativamente. O ideal mesmo seriam cerca de 20 dias de adaptação, mas isso é impossível. Pela minha experiência, esse período será suficiente para os jogadores se adaptarem especialmente à hiperventilação, a respirar mais rápido, é desconfortável, mas não mata”, explicou.

A delegação só irá para Potosí no dia da partida. Mello disse que gostaria de fazer o período de adaptação na própria cidade, porém os hotéis não atendem ao padrão do clube. “Mas a três mil metros de altitude os efeitos já são bastante sentidos. Podem ser náuseas, problemas de coordenação, fadiga, isso acontece pela baixa saturação de oxigênio no sangue”, esclareceu.
 

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