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Final da Libertadores de 2009 não sai da memória

Adversário da estreia na competição continental nesta edição tirou o título do Cruzeiro em pleno Mineirão

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Vippcom
Henrique poderia ter entrado para a história como autor do gol do título da Libertadores de 2009
O adversário do Cruzeiro na estreia da Copa Libertadores, na próxima quarta-feira, não sai da cabeça dos cruzeirenses. O time do técnico Cuca encara logo o Estudiantes, da Argentina, equipe responsável por uma das maiores decepções da história do Cruzeiro. Na final da Libertadores de 2009, os dois times mediram forças no Mineirão e os argentinos levaram a melhor. Muito tempo se passou e alguns protagonistas daquele jogo se encontram novamente. Apesar do discurso de que aquele jogo ficou no passado, para alguns jogadores do time mineiro é impossível esquecer aquela partida.

O volante Henrique abriu o placar naquele jogo e poderia entrar para a história do Cruzeiro como autor do gol do título de uma Libertadores, como já aconteceu com Elivélton (1997) e Joãozinho (1976). O jogador disse que aquela partida não sai da sua cabeça. “Agora vem toda a lembrança para mim. Claro que trocaria o gol pela conquista do título. Ficou um fato marcante na minha cabeça”, afirmou o jogador.

Quem não chegou a marcar naquela final, mas que também tem um lance inesquecível na memória é o atacante Thiago Ribeiro. Quando o Estudiantes já havia virado o placar no Mineirão, o atacante acertou uma bomba no travessão. “Sempre lembro daquela bola, sempre tento colocar ela para dentro na minha cabeça, mas não tem jeito. É um dia para ser esquecido. Deu tudo errado. Coincidência ou não, quem sabe podemos repetir a mesma final, mas com um resultado diferente. Talvez seja um bom sinal o Estudiantes estar no nosso grupo, de novo, na primeira fase”, disse o atacante.

Já o goleiro Fábio prefere as boas memórias daquela partida. “Prefiro me lembrar da festa da torcida, de como o Mineirão estava bonito. Dentro de campo, infelizmente o Cruzeiro não conseguiu mostrar um bom futebol. Nem no Mineirão e nem na primeira partida, lá na Argentina. Tinha tudo para ser uma grande festa, mas não rendemos o que deveríamos”, concluiu o goleiro, que poderia levantar a taça, já que era o capitão do time na ocasião.

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