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Futebol
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Figo rasga elogios a "importantes" Guardiola e Mourinho

Para português, o time de Guardiola tem um nível superior, mas o Real, de seu compatriota, crescer com a vontade de vencer

Gazeta |

O ex-jogador português Luís Figo rasgou elogios a dois dos melhores técnicos do mundo na atualidade, o espanhol Josep Guardiola e o compatriota José Mourinho. Agora dirigente da Inter de Milão, o ex-meia afirmou ter muito apreço pelos dois treinadores, a quem considerou pessoas "muito importantes" em sua vida.

Em entrevista à TV VEO7, Figo tratou de elogiar as equipes treinadas pelos dois, definindo suas diferentes características - bem como dos seus principais jogadores.

"O Barcelona tem um nível téncico superior, e isso faz a diferença nos finais das partidas. O Real Madrid é uma equipe em construção, com um novo treinador, mas pode contestar a superioridade do seu rival com sua vontade de vencer", afirmou, sem dizer qual dois dois, entre Cristiano Ronaldo e Messi, é o melhor. "É subjetivo dizer, depende do momento".

Figo defendeu o português das críticas que recebe pelo seu comportamento, e enalteceu o ótimo relacionamento que tem com Guardiola.

"Pep e José foram duas pessoas muito importantes na minha vida. Pep é como um irmão, me ajudou muito quando cheguei em Barcelona, é padrinho de uma das minhas filhas. A amizade não tem tamanho. José, por sua vez, foi o repsonsável por eu jogar por mais uma temporada na Itália. O que mostra a mídia é muito pouco para saber como ele realmente é pessoalmente", elogiou.

Por fim, o ex-atleta português lembrou a passagem pela Espanha, onde atuou no Barcelona e depois se transferiu diretamente para o Real Madrid, passando a ser odiado pelos torcedores catalães.

"Em Barcelona eu passei cinco anos maravilhosos. Ganhei tudo, menos a Copa dos Campeões, conheci minha mulher, tive minha filha, que é catalã, cresci como jogador... não tenho lembranças negativas. O Real Madrid foi uma nova etapa. Mudei para ganhar em todos os sentidos: presítigo, títulos e dinheiro, e o consegui. O único problema foi a forma como saí, algo que nunca pensei, mas no futebol nem sempre se pode ter aquilo que se quer", rememorou, minimizando as vaias recebidas nas idas ao Camp Nou, estádio do Barcelona.

"A atmosfera foi criada por um círculo midiático. Eu fui um dos poucos esportistas que tive 100 mil pessoas contra mim. Isso me ajudou a amadurecer, a crescer para aguentar muito mais coisas", explicou.

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