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Fifa suspende membros do comitê executivo em caso de corrupção

Nigeriano e Taitiano não poderão exercer atividades relacionadas ao futebol e ainda terão que pagar multa

iG São Paulo |

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Amos Adamu e Reynald Temarii foram punidos em caso de corrupção na eleição para as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. O nigeriano e o taitiano eram membros do comitê executivo da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), mas agora estão suspensos - o primeiro por três anos e o segundo por um - e ainda terão que pagar uma multa.

O primeiro indício de corrupção desse caso veio a público através do jornal Sunday Times, que divulgou vídeos dos membros negociando as vantagens que conseguiriam se vendessem seus votos. Porém, os supostos lobistas eram na verdade jornalistas e assim o escândalo foi revelado. Amos Adamu foi então acusado de vender seu voto, e Reynald Temarii foi julgado por tentativa de intervenção na eleição.

Apesar da utilidade desta denúncia, a Fifa classificou o Sunday Times como sensacionalista e analisou que as informações do jornal inglês foram distorcidas. "O que eu não posso tolerar é o fato de que eles mudaram algumas frases, eles mudaram o modo de apresentar a verdade", comentou Claudio Sulser, presidente do Comitê de Ética da Fifa.

O nigeriano Adamu, que recebeu uma punição maior, pretende recorrer contra a decisão da Fifa. A entidade, aliás, anunciou, também através de Claudio Sulser, que mais quatro membros também receberam punições. Já as candidaturas de Espanha e Portugal (em conjunto) e do Catar foram absolvidas de outras acusações.

A Fifa admitiu que a imagem da entidade ficou arranhada por causa do escândalo. Sulser foi quem comentou: "os danos causados à imagem da Fifa são muito grandes. A Fifa é uma grande organização com muitos interesses e onde há muitos interesse as coisas podem dar errado. Mas estamos tentando trabalhar na completa transparência."

Na última quarta-feira, a Fifa divulgou uma análise dos candidatos a país sede das Copas de 2018 e 2022. Para a primeira delas, há quatro candidaturas: Inglaterra, Holanda e Bélgica (em conjunto), Rússia, e Portugal e Espanha (também em conjunto). Para 2022, as duas candidaturas conjuntas também estão concorrendo, junto com Austrália, Japão, Coréia do Sul, Catar, e Estados Unidos.

Como somente os membros do comitê executivo podem votar na eleições dos países sedes, agora somente os homens que não foram punidos participarão da escolha, já que não haverá substituições, de acordo com o que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, já tinha anunciado.

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