Dirigente é acusado de ter utilizado US$ 860 mil em fundos para construir projetos futebolísticos em terrenos de sua propriedade na Tailândia

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A Fifa acelerou sua investigação sobre Worawi Makudi, um membro do seu comitê executivo, ao lhe pedir mais documentos para responder às acusações de que utilizou US$ 860 mil em fundos para desenvolvimento para construir projetos futebolísticos em terrenos de sua propriedade na Tailândia. 

A entidade que controla o futebol mundial indicou que vai abrir uma investigação formal se Makudi não mostrar até 1º de dezembro que doou o terreno em questão para a Federação Tailandesa de Futebol a qual preside. "Se a Fifa não receber a confirmação legal solicitada, o senhor Makudi antes dessa data, então o assunto será encaminhado ao comitê de ética", disse a entidade em um comunicado oficial. 

A Fifa aparentemente não está convencida de que Makudi doou os terrenos, embora o dirigente tenha entregado duas vezes as cópias dos títulos de propriedade desde que as acusações foram publicadas por uma jornal suíço. Makudi é membro do Comitê Executivo da Fifa há 14 anos é aliado do catariano Mohamed bin Hammam, que foi suspenso por toda vida pela associação por ter, supostamente, oferecido suborno.

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