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Fifa entra no Brasil de olho em direitos de imagem de R$ 2,4 bilhões

Diretor de marketing diz que entidade será rígida no controle e já espera as críticas à sua atuação na proteção dos patrocinadores

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro |

No começo de 2012, a Fifa começa a explorar no Brasil os direitos de imagem da Copa do Mundo de 2014. O negócio bilionário arrecadou para a entidade US$ 1,3 bilhão (R$ 2,4 bilhões) na África do Sul, em 2010, e projeta um faturamento ainda maior para a competição no Brasil. A entidade já espera as críticas no país pela rigidez no controle dos direitos de imagem dos produtos do evento e das empresas patrocinadoras.

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“Se você compra um carro não vai querer ninguém o pegando à noite para dar uma volta”, exemplificou o diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, no seminário “O Futebol e as Marcas Mundiais”.

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De acordo com ele, a Fifa vai ser dura para evitar produtos piratas ou que empresas peguem carona no maior evento de futebol do mundo. “Quando chegarmos ao Brasil, em dois meses, já estamos prontos para ser criticados. Nós seremos criticados, mas não tem jeito”, afirmou Weil, em seminário na Soccerex, no Rio.

“Não tem outro jeito senão ser muito rígido no respeito aos direitos de imagem. Se você compra um carro não vai querer ninguém o pegando à noite para dar uma volta. É a mesma coisa. Por isso temos de proteger a imagem. Haverá negócios e benefícios para todos no país. Na África do Sul, todo mundo fez o dobro de negócios que fazia antes”, afirmou.

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Weil disse que a Fifa restringe a 20 os patrocinadores do evento e cobra caro por isso. “O preço é muito alto, mas a exposição é total e o retorno garantido".

Segundo o diretor de marketing da entidade, as cotas internacionais de patrocínio para a Copa estão esgotadas, mas ainda restam três para patrocinadores nacionais. Muitas empresas que procuram a entidade em busca de uma cota já não consegue mais.

"Temos de dizer não. Está tarde demais. Nós gerenciamos os direitos ao limite. Mas só damos exclusividade uma vez. Preferimos ter maior restrição e maior entrega”, afirmou.

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