Presidente da entidade, Joseph Blatter, afirma que é necessário de ajudar as famílias daqueles que morreram no massacre de Port Said

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A Fifa anunciou nesta terça-feira que doará US$ 250 mil (cerca de R$ 430 mil) às famílias das vítimas da tragédia ocorrida em uma partida de futebol na cidade de Port Said, no Egito , na semana passada. Na ocasião, 74 pessoas morreram no confronto entre as torcidas de Al-Masry e Al-Ahly.

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"Eu disse após a tragédia que aquele era um dia negro para o futebol. Ainda estou muito chocado com o que aconteceu. Muitas destas vítimas eram muito jovens. Eles davam apoios cruciais para suas famílias, que agora precisam de ajuda. A comunidade do futebol, incluindo a Fifa, deve ajudar estes irmãos e irmãs egípcios", declarou o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

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A briga da última quarta-feira começou quando torcedores do Al-Masry invadiram o campo após uma surpreendente vitória por 3 a 1 sobre o Al-Ahly. A torcida do Al-Masry, armada com facas, paus e pedras, perseguiu jogadores e torcedores rivais, que correram no sentido das saídas e até das arquibancadas para escapar, segundo testemunhas.

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A tragédia causou comoção geral no Egito. Três jogadores do Al-Ahly, que foram atacados, anunciaram o fim da carreira no futebol. Mohammed Abu Trika, Emad Moteab e Mohamed Barakat disseram não ter mais clima para continuar jogando.

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