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Jogadores continuarão tendo que residir em um país por cinco anos para poderem requerir nova nacionalidade

A Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) rejeitou nesta quarta-feira um pedido dos Emirados Árabes Unidos para permitir que um jogador represente outro país após viver três anos nessa nação. O país do Oriente Médio quer diminuir a exigência de cinco para três anos de residência, mas apenas 42 associações nacionais apoiaram a proposta. A Fifa se opunha e a ideia foi rejeitada por 153 associações.

O presidente da comissão jurídica da Fifa, Angel Maria Villar, disse que a proposta para facilitar a mudança de nacionalidade dos jogadores estrangeiros com mais de 18 anos afetaria a identidade das equipes.

Delegado dos Emirados Árabes, Mohamed al-Rumaithi havia dito que a mudança beneficiaria os países pequenos que tentam se classificar para a Copa do Mundo e têm grandes comunidades de expatriados. Em 2008, a Fifa passou a exigir cinco anos de residência para mudar de nacionalidade. Até então, eram dois. Esta regra aplica-se aos jogadores que nunca defenderam a seleção principal do país de origem.