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Futebol
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Felipe vê semelhanças do Vasco atual com o grupo dos anos 90

Meia lembra que times com Romário, Edmundo e Donizete tinham um craque, mas havia também bons coadjuvantes

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Felipe foi revelado pelo Vasco. Chegou ao clube ainda criança, no futsal. Na segunda metade do anos 90, integrou elencos que conquistaram, entre outros títulos, dois Brasileiros e uma Libertadores. Com autoridade de quem conhece São Januário e dividiu concentração com Romário, Edmundo, Juninho e Donizete, o meia afirma que o grupo atual tem potencial para ir longe. São épocas diferentes, mas o jogador vê, no ambiente de hoje, características iguais à do passado.

O Vasco daquela época sempre teve uma referência. Cada competição teve a chancela de um craque. Foi assim no Brasileiro de 97 (Edmundo), Libertadores 98 (Donizete) e Copa Mercosul 2000 (Romário). O time de 2011 tem nele a sua principal referência, mas outros nomes aparecem tanto quanto o camisa 6. E em momentos decisivos. Assim, no lugar de uma única estrela, os coadjuvantes de luxo cumprem bem o seu papel.

Gazeta Press
"Temos um time que joga junto, com um espírito coletivo muito grande", ressaltou o meia Felipe
“Este é o time que a torcida quer ver, e nós também. Não é o Vasco do Felipe, do Diego Souza, do Bernardo, do Alecsandro, do Éder. É o Vasco de todo mundo”, disse o meia cruzmaltino. “Temos um time que joga junto, com um espírito coletivo muito grande e que está buscando a cada dia melhorar e conquistar os seus objetivos. É difícil ver um grupo com uma harmonia tão boa, mas nós estamos bem", completou, com autoridade de quem deu muita volta olímpica na Colina.

E foi com este espírito coletivo que o Vasco venceu o Náutico por 3 a 0, quarta-feira, nos Aflitos, pela Copa do Brasil. Dedé, Alecsandro e Bernardo fizeram os gols. Um jogo inicialmente marcado pelo medo acabou virando um passeio vascaíno diante da aplicação tática. O maior exemplo desta colaboração dos “coadjuvantes” foi a entrada de Bernardo. Pela terceira partida seguida, o meia deixou sua marca. Agora, o Vasco pode perder por até dois gols de diferença no jogo de volta, dia 27, no Rio, que estará classificado para as quartas de final. Felipe considerou atuação vascaína impecável.

“Pelo que fizemos, ficou barato para o Náutico. Podíamos ter feito mais”, destacou.

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