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Felipe Menezes ignora Europa e quer ficar no Botafogo

O meia já pensa em ajudar a consolidar o futebol brasileiro no cenário mundial, mesmo sendo reserva

Gazeta |

O contrato de empréstimo vai até junho de 2012, mas o meio-campista Felipe Menezes , reserva da equipe do Botafogo , já pensa em permanecer na equipe por mais tempo e ajudar a consolidar o futebol brasileiro no cenário mundial. O jogador pertence ao Benfica e garantiu que, dentro de campo, o Brasil supera a Europa.

Reserva durante a maior parte do Campeonato Brasileiro, Felipe foi uma indicação do técnico Caio Júnior, com quem trabalhou no Goiás entre 2007 e 2008. No ano seguinte, o jogador acabou negociado com o Benfica e só retornou ao futebol brasileiro para atender a um pedido do antigo comandante, que estava de vento em popa no comando do Glorioso.

Veja também: Diretoria do Botafogo espera negociar o lateral Cortês

Caio Júnior foi dispensado a três rodadas do fim do Brasileirão e Oswaldo de Oliveira, técnico contratado pela equipe para as próximas três temporadas, ainda evita comentar a respeito dos atletas do elenco. Mesmo assim, Menezes já cava a permanência.

"O Caio é um grande treinador e foi um prazer trabalhar com ele, mas desejo continuar. Quando o Botafogo precisou de mim, eu ajudei. Com o Oswaldo não vai ser diferente. No início do ano, todos começam no mesmo nível e terão oportunidades de mostrar trabalho. Estou preparado para assumir a responsabilidade", afirmou Felipe Menezes, à Rádio Brasil.

A expectativa positiva do atacante é pelo fato de que o preparador de goleiros Flávio Tênius, técnico interino na reta final da competição, o colocou para ser titular. Para Felipe Menezes, o certo é que a diretoria do Botafogo se movimente para trazer reforços e que nem isso pode tirar sua vontade de brilhar em 2012. E mais importante do que tudo: brilhar no futebol brasileiro.

"Nem penso em voltar à Europa, sinceramente. Meu objetivo é ficar aqui no Botafogo. Estive lá fora, vi a realidade de um clube grande, mas o futebol não perde em nada, só em organização, que é um detalhe. O futebol brasileiro tem condições de competir de igual para igual com a Europa", cravou.

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