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Felipe já sonha com mais três títulos

Goleio avisa que bonde continua caminhando e aposta é na harmonia do grupo montado para esta temporada

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

nullO goleiro Felipe foi o único jogador do Flamengo a atuar em todos os jogos do ano. Ou seja, ele ainda não sabe o que é perder com a camisa do clube, onde começou a jogar em janeiro de 2011. Já são 25 de invencibilidade e o título carioca. Nada que deixe um dos heróis da conquista satisfeito com excelente começo de temporada do time.

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“O bonde está caminhando bem. Temos mais três campeonatos para conquistar ainda este ano”, avisou Felipe, sobre a Copa do Brasil, em que o time está nas quartas de final e enfrenta o Ceará, quinta-feira, no Engenhão, pelo jogo de ida, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana.

O remédio para o bonde sem freio continuar sem ser parado é o relacionamento entre os jogadores. Segundo Felipe, não há grupo com o qual tenha trabalhado em sua carreira que seja como esse. As brincadeiras são uma rotina nos treinamentos e a preocupação entre eles é tão grande quanto a amizade.

“A harmonia desse grupo é demais. Todo mundo se ajuda o tempo todo. Se o treinamento é às 9h, quando dá 8h50 um liga para o outro para saber se ninguém vai se atrasar ou porque ainda não chegou. Tivemos jogadores machucados que procuraram mostrar o seu apoio mesmo sem poder jogar, como aconteceu com o Leonardo Moura (lesão no joelho direito)”, disse Felipe.

Apesar das palavras, o goleiro sabe que não será fácil continuar nesse ritmo. Herói nas duas semifinais de turno do Carioca, quando defendeu duas cobranças de pênaltis em cada disputa, Felipe nem precisou se esforçar na decisão da Taça Rio. Três jogadores bateram para fora e facilitaram a sua vida, mesmo assim não mudou seu ritual e ficou de costas para as cobranças dos companheiros.

“Já é muito desespero ter que defender a minha cobrança. Prefiro não olhar para não saber como o jogador está se sentindo”, comentou Felipe, tentando justificar as cobranças perdidas pelo rival. “Não é fácil. Você chega cansado para essa disputa, treina e sabe o que precisa fazer, mas às vezes não funciona. Até o Bernardo, que é quem costuma bater, perdeu”, explicou.

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