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Felipe ainda sonha jogar no Maracanã

Goleiro lamenta o fechamento do estádio, mas espera ter contrato renovado para poder pegar a reabertura

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

Felipe foi contratado pelo Flamengo por empréstimo de um ano. O goleiro pertence a um grupo de empresários, que detém 75% de seus direitos. Os outros 25% são do Bragantino. O único fato a lamentar é o fechamento do Maracanã para obras por causa da Copa do Mundo de 2014. Mas ele espera ainda ter a chance de defender o clube com o estádio lotado.

O Flamengo tem a opção de compra dos direitos de Felipe ao fim do empréstimo. O goleiro espera mostrar nessa temporada que merece continuar no clube por um longo tempo e assim realizar o sonho de jogar no Maracanã diante da torcida.

“Tive a chance de enfrentar o Flamengo no Maracanã e, quando isso acontece, você pensa em um dia jogar com ela a favor. Sou flamenguista desde criança e isso é um sonho”, disse Felipe. “Queria poder jogar um clássico no estádio e, quem sabe, não estarei na reabertura dele”, concluiu.

Antes mesmo de vestir a camisa do Flamengo, Felipe protagonizou um lance polêmico com o clube. Em 2009, quando defendia o Corinthians, ficou para numa cobrança de pênalti de Leonardo Moura na reta final do Brasileiro. O Flamengo venceu por 2 a 0 e acabou campeão ao fim da competição.

“Se eu pegasse o pênalti, o jogo terminaria 1 a 0 para o Flamengo. Já estava no fim. Apenas optei por ficar no meio. O São Paulo estava perdendo e não mudaria. O Flamengo foi campeão por suas próprias forças”, comentou Felipe, que tem uma mão segurando um terço tatuada no pescoço. “Sempre carrego um comigo para o campo e quis ter isso no meu corpo”, explicou.

Sua contratação foi cercada de discussão. O técnico Vanderlei Luxemburgo precisou tomar a frente da negociação e bancar o acerto. Felipe é grato e garante que vai recompensar o treinador pelo seu esforço.

“Conversamos há uma semana e voltamos a nos falar agora. Foi o que mais apoiou e só tenho a agradecer por essa oportunidade”, disse Felipe, sem medo da responsabilidade de assumir o lugar de Bruno, que era ídolo da torcida, até ser preso pelo seqüestro de Eliza Samudio. “Qualquer goleiro que chegasse naquele momento ou agora teria essa responsabilidade. Não tenho medo da pressão. Tem que dar logo o cartão de visita”, emendou.

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