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Felipão questiona ausência de Tinga e cobra ação da diretoria

Treinador do Palmeiras disse que não liberou volante para faltar aos treinos e dá nova versão para afastamento

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Luiz Felipe Scolari quer punição para Tinga . O treinador afirmou que em nenhum momento liberou o volante para que ele faltasse nos treinos do Palmeiras , mesmo após ele ter sido cortado do jogo contra o Internacional , e aproveitou para pedir uma ação de sua diretoria.

“Ele nunca foi um jogador que deixou de fazer parte da equipe. O Pierre não ficou no banco e na terça estava aqui brigando por uma oportunidade. O Tinga precisa assumir a condição de um atleta profissional. Eu deixei dito à comissão que ele trabalharia normalmente na semana e ele não trabalhou. Eu, quando me ausento, peço permissão ao presidente e ao vice-presidente (mostrando um documento avisando de sua ausência). Se ele se ausenta sem permissão, ele precisa receber advertência. Ele deve receber hoje e eu já até assinei”, disse Scolari, para depois completar.

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“Eles (diretoria) não passem para mim mais nada, porque quem tem que assumir certas situações são os dirigentes, não eu. Eles têm que trabalhar normalmente e eu escolho quem é que vai jogar”, explicou.

O comandante ainda deu uma nova versão para o afastamento do jogador. Depois de dizer que o corte de Tinga não havia sido coincidência, Felipão responsabilizou uma entrevista dada pelo atleta na sexta-feira, pouco tempo antes de viajar.

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“Ele (Tinga) sabe. Vocês (jornalistas) é que não sabem da história toda, mas ele sabe. Ele deu entrevista na sexta-feira dizendo que ia viajar no sábado, que não sabia se ia viajar, que não sabia se ia ser escalado, se ia para o jogo. Se ele dá uma entrevista dessas na sexta-feira, para que ele vai viajar? Calma que aqui ninguém é anjinho. Todos nós temos um pouco de diabinho. Ele volta se ele apresentar qualidade melhor do que os outros. Há um ano, eu sempre ficava aqui discutindo que ele é útil, defendendo ele o Luan contra tudo e tomando cornetada”, relembrou, para depois ironizar o choro do atleta e a reclamação de dirigentes da DIS sobre um possível preconceito religioso.

"Eu acho um absurdo, porque a religiosidade é dizer que eles precisam fazer um bom trabalho, porque Deus não vai colocar a água na mesa para vocês. Isso é a religiosidade. Isso é que ele diz que eu falei. Corram atrás dos objetivos. Se isso é religiosidade... Eu já trablahei com 200 religiões e não me meto em nenhuma. Eu sou antigo no futebol e aqui não tem muito anjinho. Já tive diversas situações, até mesma na Copa do Mundo. Se eu esfregar meu olho, eu também choro".

Até mesmo Adriano Michael Jackson virou exemplo. Felipão afirmou que o atleta foi cortado de um jogo por ter chegado atrasado a um treinamento, mas depois foi reintegrado normalmente à equipe, voltando a ter chance entre os titulares.

“O Adriano foi punido, não jogou em Minas Gerais, recebeu uma advertência e semana que vem estava jogando porque treinou normalmente. Eu não vou escolher A, B ou C só porque pertence a um grupo. Se não estiver contente, vá até a direção de futebol, até a presidência e eles tomem as decisões e não passem nada para mim. Eu não tomo providência. Meu assunto é escalar”, finalizou.

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