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Felipão quebra silêncio no Palmeiras, desabafa e diz ter cartas na manga contra imprensa

Técnico reclama de exposição exagerada sobre salário e avisa que fez acordo para não divulgar denúncia contra imprensa

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Depois de alguns dias de silêncio e polêmicas, Felipão voltou a falar. O treinador fez desabafos e avisou aos jornalistas presentes que fez um acordo com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) para não divulgar uma "cartada na manga" contra a imprensa, sem especificar exatamente o que seria a sua denúncia.

"A minha participação foi com o presidente e com o vice que representa vocês. As pessoas que representam a entidade. Eles me solicitaram que eu não mostrasse uma atitude de um de vocês. Coisas que eu tenho na mão para que não aconteça nada de ruim. A minha palavra com eles é essa e eu a mantive. Nessa manifestação [repórteres com nariz de palhaço], teve gente que participou depois de ser induzido pelo chefes, mas tudo bem", disse Felipão, que também reclamou de algumas exposições que sofre na mídia.

Felipão quebra o silêncio. Assista

"Por que eu tenho que pedir desculpas e vocês não?", disse ele. "Eu estou sempre exposto. Vocês mencionam todos os dias os valores absurdos em um país como Brasil e eu fico exposto. Vocês fazem isso deliberadamente e eu nunca vi ninguém me defender nesse aspecto. E espero que eu nunca tenha uma dificuldade, pois se eu tiver eu também vou saber agir. É um absurdo isso. Todos os dias o mesmo assunto. E nós estamos no Brasil. Vamos colocar os pés no chão, pois eu também tenho coisas na manga", completou o comandante fazendo pedido para que parem de falar sobre seu salário.

Sobre uma possível influência no grupo da polêmica entre ele e a imprensa, Felipão afirmou que tudo só serve para motivar ainda mais o seu grupo. E disse que o efeito já foi imediato no jogo contra o Goiás, quando repórteres usaram o nariz de palhaço.

"Não quero que vocês me levem a mal, mas isso afeta o grupo para o lado positivo. Meu grupo de jogadores está cada vez mais motivado. E no jogo do Goiás, logo depois da chegada, o que eu vi no vestiário foi demais. Eu sempre falo para os meus jogadores que eles não participem de nada. Eu resolvo meus problemas  sozinho e peço que eles não se metam em assuntos que não sejam chamados", completou.

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