Treinador tira Luan para mudar parceiro de Kleber e também confirma Thiago Heleno, Chico e Gabriel Silva

Felipão confirmou que vai mudar bastante o time do Palmeiras que tentará o milagre de reverter a goleada sofrida diante do Coritiba na Copa do Brasil . Os 11 que entrarão em campo nesta quarta-feira terão quatro caras novas em relação aos que começaram o jogo no Couto Pereira.

Wellington Paulista ocupa o posto de Luan , Chico entra no lugar de Patrik , Thiago Heleno volta de suspensão e coloca Leandro Amaro no banco e Gabriel Silva retoma o posto de titular no lugar de Rivaldo , suspenso com o cartão vermelho.

“Vou mudar o time e tem que se portar 10 vezes melhor do que o bendito jogo. Naturalmente, precisamos nos impor em relação ao Coritiba, de forma categórica. Daquele jeito que foi, não dá. Essa é a diferença de postura da minha equipe que eu espero. Não é provocação, nem desabafo, mas o Coritiba não é tão bom para fazer 6 a 0 e o Palmeiras não é tão ruim para tomar de seis”, disse o jogador.

Felipão também comentou sobre a pressão da torcida em cima de jogadores como Rivaldo, Luan e Tinga. Ele afirmou que não está nem aí para o que vem das arquibancadas e que está convicto de que faz o melhor para o Palmeiras.

“Eles são jogadores que se dedicam. Se não tem qualidade superior, eles se dedicam, eles vão ter meu apoio. De toda a passagem, A, B ou C vão ser criticados. O negócio é ajudar eles agora nesses instantes, porque lá foi um desastre, temos que pedir desculpas, mas vamos continuar trabalhando. Se os 23 jogos nos deram a ideia de que o time uma boa condição, um desastre não vai mudar isso. Naquele jogo, se tivesse alguém com meia perna, fazia o gol. O técnico tem que entender e melhorar. A torcida tem que ficar triste e cobrar”, disse ele, para depois responder a torcida organizada que o chamou de ultrapassado com ironia.

“Preocupa, sim, bastante. Palmeiras foi campeão quando eu cheguei e tinha pôster dizendo “procura-se vivo ou morto”. Era embaixo de viaduto, no vidro de ônibus, em todo lugar. Depois, tinha pôster de desculpas e o diabo a quatro. Tenho que me preocupar, com situações que evoluem e não com A, B ou C que tenham interesses. Enquanto eu for técnico, eu perco, acerto, tiro, boto e acabou. Não tem nem A, nem B, nem torcida, nem distorcida. Não vai mudar nada. Não adianta ficar ali fazendo confusão, porque eles podem ter sentido 10% dos meu 1500% que eu senti. Eles podem juntar 10 mil torcedores e nenhum tem a vergonha que eu tenho”, finalizou.

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