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Técnico considera DIS mentirosa e diz já ter trabalhado com todos os tipos de religiosos na carreira

Luiz Felipe Scolari apela para sua carreira para desmentir as acusações de Guilherme Miranda, diretor-executivo da DIS, de que Tinga não tem sido relacionado por questões religiosas. Por meio de sua assessoria de imprensa, o técnico do Palmeiras alega não ter preconceito e define a informação do empresário como "mentirosa".

Felipão nega de forma veemente a acusação do braço esportivo do grupo Sonda, contra quem o treinador está disposto a iniciar uma queda de braço. O pentacampeão mundial diz já ter trabalhado com católicos, evangélicos e espíritas no próprio Palmeiras, em 1999, com metade da seleção na Copa do Mundo de 2002 composta por evangélicos e lidado com judeus, muçulmanos e ateus, entre outros, em sua carreira.

A assessoria de Scolari reforça que, como o próprio comandante declarou em sua entrevista coletiva na Academia de Futebol na sexta-feira, que Tinga não está nos seus planos porque ele considera que a DIS está "roubando" o Palmeiras, como, segundo ele, já fez com outros clubes em São Paulo.

Felipão não tem relacionado Tinga e o atacante Vinicius, outro jogador que tem parte de seus direitos econômicos com a DIS, por ser contrário à maneira que a empresa atua dentro do clube, que chegou a definir como "agiotagem vergonhosa". Guilherme Miranda promete procurar a diretoria para saber se ela concorda com Scolari.

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