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Felipão foge de traíras , mas admite reforços polêmicos

Comandante confirmou que estava em contato com um atleta que toma umas cervejinhas a mais de vez em quando

Gazeta Esportiva |

A personalidade forte é uma das características marcantes do consagrado Luiz Felipe Scolari na função como técnico de futebol. Em sua participação no XVII Curso Nacional para Treinadores de Futebol no final da semana passada, o pentacampeão mundial abordou a dificuldade em lidar com o temperamento de alguns atletas.

Há quem diga que a curta passagem do treinador pelo Chelsea, da Inglaterra, foi resultado do boicote de alguns jogadores, entre eles o goleador Didier Drogba. Questionado sobre o que faria se trabalhasse com uma estrela disposta a atrapalhá-lo, Scolari não teve dúvidas.

"Se puder, mando embora. Alguns são bons de bola e ruins de personalidade", disse o técnico, aplaudido pela plateia.

Porém, Felipão não descarta apostar em jogadores considerados polêmicos. Em sua própria palestra para os futuros treinadores, o comandante confirmou que estava em contato com um atleta que "toma umas cervejinhas a mais de vez em quando".

Vários nomes foram especulados no Palestra Itália, como Jobson, do Botafogo, e até Ronaldinho Gaúcho, do Milan. Agora, surge a informação de que Felipão teria conversado com o centroavante Adriano, que ainda busca a adaptação na Roma, da Itália. De qualquer forma, o grande desafio alviverde do momento é viabilizar os recursos financeiros para as contratações.

Vida complicada
Na função de técnico, Scolari já percebeu a necessidade de usar a criatividade para ganhar a confiança dos comandados. Na passagem por clubes de Arábia Saudita e do Kuwait, o treinador evitava as atividades sem a bola.

"Eles não gostavam de fazer treinos físicos, então eu armava um circuito para eles fazerem com bola. Tinham que chutar a bola e arrancar correndo, por exemplo. Era treino físico com bola", contou, sorrindo.

Independentemente dos problemas com as diferentes personalidades dos atletas, Felipão recomendou aos aspirantes a treinadores procurarem especializações e citou a própria trajetória como exemplo. "Quando eu tinha 21, 22 anos, percorria 300 quilômetros por dia para estudar. Em Portugal, me exigiram o diploma. Eu tinha acabado de ser campeão do mundo, mas não poderia trabalhar se não tivesse estudado", lembrou.

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