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Felipão completa um ano de Palmeiras e faz time mais vencedor

Treinador consegue aumentar aproveitamento de pontos apesar de crises internas constantes

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Nesta sexta-feira, Luiz Felipe Scolari completa um ano à frente do Palmeiras após a sua volta, que aconteceu no meio de 2010. O treinador ostenta um aproveitamento de quase 60%, o que significa um aumento de 7% de pontos possíveis em relação aos mesmos 365 dias antes dele assumir. Equilíbrio tático e força para superar problemas nos bastidores marcam o aniversário do comandante do penta.

São 28 vitórias, 18 empates e 17 derrotas no período anterior contra 38 vitórias, 22 empates e 16 derrotas. Ou seja, uma derrota a menos com 13 jogos a mais disputados.

AE
Felipão completa um ano à frente do Palmeiras


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Atualmente, peças que sempre foram muito criticadas, como Luan e Márcio Araújo, são fundamentais em um esquema de jogo que toma muito pouco gol. Em 2011, chegou a ostentar a marca de melhor defesa do Brasil e fez dela o maior segredo para chegar até a disputa da semifinal do Paulista. No ano inteiro, foram apenas quatro derrotas.

O problema é que uma delas foi trágica, com direito a vexame no Couto Pereira e uma eliminação anunciada uma semana antes das quartas de final da Copa do Brasil. Ali, Felipão conseguiu se segurar com o nome e passou a tentar combater a crise que só crescia.

Hoje, Felipão funciona como a principal figura para blindar seu elenco de vários problemas políticos. A incessante guerra nos bastidores entre conselheiros que se transformam de amigos para inimigos em minutos não para de agitar o ambiente palmeirense. Para tentar colaborar com a paz, o treinador se calou e tenta agir pontualmente.

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Contra tudo isso, o treinador tenta, no mínimo, manter seu time entre os quatro melhores, pregando sempre a conquista de 11 pontos em 15 possíveis. Atualmente, o rendimento está pouco abaixo dessa meta, mas a posição na tabela segue dentro do planejado. Com isso, deve conseguir voltar à Libertadores, competição que o consagrou como um dos maiores da história palmeirense no banco de reservas.

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