Publicidade
Publicidade - Super banner
Futebol
enhanced by Google
 

Fantasma de Roma não se confirma em Londres

Primeiro tempo mantém abertas as chances de Barcelona e Manchester United na final da Liga dos Campeões

Sérgio Rizzo, especial para o iG, em Londres |

Bastaram 45 minutos para que Barcelona e Manchester United oferecessem em Londres um espetáculo mais agradável do que em toda a final de Roma, em 2009, quando os espanhóis saíram à frente e administraram o jogo, sem correr riscos, até o final. Desta vez, o primeiro round da decisão teve ao menos três momentos distintos e, com o empate em 1 x 1, estão abertas as chances das duas equipes.

Nos primeiros 10 minutos, o Manchester United aplicou a estratégia prevista pela imprensa inglesa ao longo da semana: pressionou a saída de bola do Barcelona, marcando sobretudo Xavi e Busquets, para impedir que os “reis do passe” comandassem o ritmo da partida. Em seguida, no entanto, faltou a segunda parte da estratégia: atacar. Com a inoperância do meio-campo inglês, o Barcelona voltou a ser Barcelona, envolvendo o adversário e criando seguidas oportunidades até o gol de Pedro.

Quando parecia que haveria um repeteco da final de Roma, com o Barcelona disposto a fazer o tempo passar com a bola nos pés, o gol de Rooney – em jogada duvidosa, com os telões do estádio sugerindo o impedimento de Giggs – calou a torcida espanhola, de longe a mais ruidosa, e apontou para uma nova dinâmica no segundo tempo.

Insatisfeito com a equipe, sobretudo com o desempenho de Valencia, o escocês Alex Ferguson mandou diversos jogadores para o aquecimento – Nani, Anderson, Scholes, Fletcher – mas preferiu guardar as alterações para o intervalo. Já Guardiola foi para a beira do campo aos 20 minutos e de lá não saiu mais – inclusive porque, para chegar de volta ao banco em Wembley, é preciso caminhar uns 15 metros e passar por dois portões.
 

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG