Time teve considerável queda no número de desarmes e mandou menos nos jogos em relação a 2010

Ainda é cedo para definir, mas os jogadores do Internacional já tiveram a primeira impressão do trabalho de Paulo Roberto Falcão. Enquanto a bola rolou, o treinamento foi fechado. Bolatti e Kléber foram até a sala de imprensa e contaram um pouco sobre o primeiro dia do novo treinador.

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“Ele tem muito conhecimento de futebol, quer manter nossa equipe ofensiva como sempre foi. Já deu para colocar um pouco do que queria. Daqui pra frente é só ir se adequando mais aos fundamentos”, disse o lateral-esquerdo Kléber.

O volante Bolatti deve ser firmado na primeira função do meio de campo. Caberá a ele o trabalho de ser um dos principais ladrões de bola do time. Porém, Bolatti deixou escapar um dos pedidos do novo técnico.

“Acho que é muito cedo para falar. Acho que a função de marcar será de todos. No trabalho de hoje todos tinham que marcar e roubar a bola”, contou o volante argentino.

Na segunda-feira, quando apresentado, Falcão pediu um time mais compacto. Os jogadores relatam que a ideia já começou a ser colocada em prática.

“Ele pediu que a nossa equipe pudesse estar um pouco mais compactada. Ele quer posse de bola, que é fundamental. Já tínhamos esta característica, esperamos manter”, explicou Kléber.

O Inter teve uma considerável queda no número de desarmes comparando 2010 com 2011. O time também perdeu um pouco em posse de bola, em relação ao ano passado, segundo dados do Footstats . No Brasileirão de 2010 eram 27 tentativas de desarme por jogo, sendo uma média de 22,2 acertos por partida. No Gauchão 2011 a média é de 16,8 desarmes por jogos, sendo 13,4 certos. Na atual Libertadores são 17 desarmes por jogo, sendo 11,8 certos (quase a metade do aproveitamento no Brasileirão do ano passado).

No quesito posse de bola a queda é menor. Eram 15 minutos e 5 segundos no Brasileirão 2010. 14 minutos e 50 segundos no Gauchão 2011 e 14 minutos e 25 segundos na Libertadores 2011.

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