Treinador também teve que explicar a opção por colocar em campo o garoto Ricardo Goulart no segundo tempo

Gabriel Cardoso
Abatido, Falcão fala sobre o apagão
“Apagão” foi a palavra usada por Paulo Roberto Falcão para definir a surpreendente derrota do Inter para o Peñarol . Por inúmeras vezes ele citou o “apagão de cinco minutos” para justificar a virada sofrida no marcador.

“Tivemos cinco minutos de apagão e ali perdemos o jogo. Sabíamos que poderia acontecer, mas tivemos um apagão, isso foi determinante. Não conseguimos nem respirar e levamos o segundo. Criamos muitas chances, a bola passou na frente pelo menos três vezes. Todo mundo erra. Não dá pra dizer que, porque perdeu, está tudo ruim”, disse.

Na visão do treinador, o Inter foi melhor em campo, mas acabou pagando um alto preço pelo descuido geral no início do segundo tempo. O Inter vencia o jogo por 1 a 0, mas levou um gol a 11 segundos e outro aos cinco minutos da etapa final.

“Foi apagão. Se analisar o rendimento, o resultado não foi justo. Toda derrota dói, mas não podem nos amassar. Vamos engolir, é o momento da tristeza. O jogo se resumiu aos cinco minutos de apagão. O mais importante é que os jogadores sabem que tem que recomeçar", analisou.

O treinador também foi muito contestado por causa das substituições. Ele optou por colocar o garoto Ricardo Goulart antes de Rafael Sobis, e sequer chegou a usar o argentino Cavenaghi.

“Optei pelo Goulart porque está treinando muito bem. Conversei várias vezes com ele, e acho que ele entrou bem. É um jogador de velocidade, vinha se destacando, e é o dia a dia que decide isso. É muito no olho no olho. Respeito as opiniões contrárias, mas acho que não foi equívoco. Viemos de três jogos desgastantes. Andrezinho era o jogador mais desgastado. O Goulart é segundo atacante”, justificou.

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