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Falcão chega a duas semanas de elogios

Confira quais os motivos do sucesso do novo treinador do Inter. São três jogos e três vitórias

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Falcão completa nesta segunda-feira duas semanas de trabalho no Inter. No convívio com jogadores e demais integrantes do clube nota-se um ambiente mais leve. No discurso externo todos rasgam elogios ao novo treinador.

“Vejo um crescimento grande na equipe do Internacional. Quando se está assim é muito difícil de segurar. É isso que acredito e que quero. Vamos em frente, quinta-feira tem outra pedreira”, disse o vice de futebol Roberto Siegmann, referindo-se ao jogo contra o Peñarol, quinta-feira, no Uruguai, pela Libertadores.

Entre os jogadores também é visível a aprovação do trabalho de Falcão. Alguns, como o meia Andrezinho e o atacante Rafael Sobis, conseguiram reviver o bom futebol.

“Estamos de parabéns pelo posicionamento e pela montagem do time. O Falcão disse que na vontade eles não iam nos ganhar”, comemorou Andrezinho, após a vitória contra o Juventude. “É fruto do trabalho. O Falcão está dando sequência no trabalho e seguiremos na busca de títulos”, completou Nei.

O afastamento de Falcão, que estava há mais de 15 anos longe dos gramados, era um temor quando ele foi anunciado pelo Inter. Ele chegou, fez o simples, conquistou 3 vitórias em 3 jogos e colhe os frutos do bom trabalho. Confira quais são alguns dos motivos do sucesso de Falcão:

- Compactação do time: algo pedido desde os primeiros dias. Falcão quer que os jogadores fiquem perto dentro do campo. Quer um time trocando passes, valorizando a posse de bola.

- Ofensivismo: ela via o time de fora, pela televisão, e sabe que tem um dos melhores grupos do Brasil. Decidiu que o Inter precisa ir pra cima, dominar os jogos, não se acovardar. Respeitar os adversários, sim. Temer, jamais.

- Dois atacantes: a torcida implorava pelo fim do esquema tático 4-2-3-1. Celso Roth “morreu abraçado” no seu sistema de jogo. Falcão adiantou Rafael Sobis; o atacante fez 3 gols em 4 jogos e agradeceu: “Todos sabem que a função que me sinto melhor é no ataque”, comentou.

- Fim do excesso de volantes: chegou a virar chacota. Um time cheio de volantes era quase que uma regra para o antigo treinador. Falcão não descobriu o mundo, apenas definiu dois para marcar, dois para atacar (dois volantes, dois meias).

- Fato novo: esse atributo é apenas uma consequência da mudança. A chegada de um novo técnico motiva quem estava sendo preterido. Foi assim com o meia-atacante Andrezinho, que não recebia tantas chances com Roth, mas que está se destacando nos últimos jogos.

- Novas ideias: Falcão ficou quase duas décadas vendo o futebol pela televisão. Sempre foi um admirador do futebol europeu. Fez observações, colheu ideias, e tenta empregá-las no Inter. Tendências diferentes em relação aos treinadores que estão há anos rodando de um clube para o outro. Os jogadores do Inter relatam que Falcão tem uma mente inovadora. 

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