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Ex-melhor defesa, Corinthians triplica média de gols sofridos

Sequência negativa foi acompanhada por queda de rendimento do ex-melhor setor do time

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Tite costuma dizer que um time só sai campeão se termina um campeonato ou com o melhor ataque ou com a melhor defesa. Até a 16ª rodada o Corinthians parecia optar pela segunda saída. O empate por 2 a 2 com o Ceará , porém, tirou do time paulista, ainda líder do Brasileirão , o status de equipe menos vazada do torneio. Os gols de Osvaldo e Rudnei fizeram o Corinthians chegar a 12 gols sofridos. O Palmeiras tem 11 e, agora, os melhores números defensivos do campeonato.

Bruno Winckler
Júlio Cesar sofreu metade dos gols corintianos no Brasileiro

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Para perder o posto que ostentava desde o início do campeonato, o Corinthians precisou triplicar os gols sofridos nas últimas seis partidas que disputou. Nas 10 primeiras rodadas, o Corinthians tomou quatro gols, o que dá uma média de 0,4 gols sofridos por jogo. Nas últimas seis partidas, contudo, o time de Tite sofreu oito gols, ou 1,3 tentos a cada confronto.

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“O que aconteceu foi uma desatenção geral. A defesa estava muito bem, o ataque ajuda muito também na marcação, mas a desatenção geral pesou. Os dois gols contra o Ceará nasceram de bobeadas nossas. São detalhes que fizeram a gente empatar, mas são esses detalhes bobos que nós temos de consertar para não empatar mais jogos ou perder jogos como esse”, disse o goleiro Júlio César, que retornou exatamente neste jogo após cinco partidas de ausência.

Neste período em que o goleiro titular esteve de fora, o Corinthians chegou a sofrer três do Avaí numa partida. Na ocasião, o técnico Tite chegou a dizer que não admitia ver uma equipe sua sofrendo três gols nem mesmo do Real Madrid .

Desde 2003, quando o Brasileiro passou a ser disputado por pontos corridos, o dono da melhor defesa foi campeão três vezes: São Paulo (2006 e 2007) e Fluminense (2010), todos times treinados por Muricy Ramalho, um “mestre” para Tite quando ele fala dos pontos corridos.

Nos outros anos, o dono do melhor ataque foi campeão em 2003 (Cruzeiro), 2004 (Santos), 2005 (Corinthians) e 2006 (São Paulo). Em 2008 e 2009, quando São Paulo e Flamengo foram campeões, as duas equipes não foram donas nem do melhor ataque nem da melhor defesa.

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