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Ex-companheiro de prisão revela temor por suicídio de Breno

Em entrevista à ESPN Brasil, brasileiro que também estava preso na Alemanha falou sobre condição do zagueiro do Bayern

iG São Paulo |

Preso há cinco dias na penitenciária de Stadelheim, na Alemanha, o zagueiro Breno, do Bayern de Munique, já teve contato com outros brasileiros durante o período de reclusão. Nesta quarta-feira, a ESPN Brasil entrevistou Renan Belo, que mora no país europeu há cinco anos e que estava preso no mesmo local há um mês por agressão. Ele revelou que Breno passou os primeiros dias internado na área hospitalar da prisão, por receio dos responsáveis de que ele pudesse tentar o suicídio.

"Alguns policiais que estão trabalhando aí dentro me falaram. A partir do momento que ele entrou, eles já me avisaram que ele estava aqui. Mas quando ele chegou aqui, ficou primeiro no hospital, com medo de (Breno) se matar", disse Belo em entrevista ao canal.

"Ele estava bem, ele estava sob observação quando chegou, porque acho que foi um choque pra ele, estar na cadeia é sempre um choque. É obvio que todo mundo fica deprimido quando está na cadeia. É sempre um alívio [encontrar outros brasileiros]. Não tem só ele de brasileiro aqui, tem mais uns quatro que também estão presos aqui. É sempre bom encontrar alguém assim quando se está em um lugar em que você não fala a língua, não conhece ninguém", completou.

Renan disse ter tido pouco contato com Breno. O suficiente para oferecer ajuda com o básico, como tradução de algum documento, o que foi recusado pelo jogador por ele entender o básico do idioma alemão. Ainda explicou que o zagueiro está preso no regime chamado de "U-Haft", no qual os detentos ficam 23 horas na cela e têm apenas uma hora por dia para ficar no pátio.

O advogado de Breno, Werner Leitner, entrou com o pedido de Habeas Corpus para Breno e a Justiça alemã deve analisar o caso nesta quinta-feira. Existe, no entanto, a expectativa de que a resposta não seja imediata, o que pode prorrogar a permanência do jogador na prisão por até duas semanas. Enquanto isso, ele conta com o apoio do Bayern, que também vem prestando assistência à sua família.

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