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Futebol
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Ex-comentarista, Caio Júnior muda estilo de entrevistas do Grêmio

Ironias e constrangimentos comuns com Celso Roth deram lugar a atenção e compreensão

Hector Werlang, enviado iG a Bento Gonçalves |

Hector Werlang
Caio Júnior também mudou maneira de lidar com jogadores
Quase toda entrevista de Celso Roth era tensa. Recheada de ironias e constrangimentos.

Toda a entrevista de Caio Júnior obedece um ritual. Ele chega antes, toma café, bate papo informalmente e, claro, é atencioso e compreensivo com jornalistas e suas perguntas.

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A mudança de comportamento no Grêmio tem explicação. Logo após encerrar a carreira de jogador, Caio se aventurou como comentarista. Trabalhou na Rádio Banda B, de Curitiba, de 1999 a 2001 e no Sportv, em 2003. Sabe, então, como as coisas funcionam.

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"Fui comentarista e achei que seria aquele o meu futuro após o futebol. Sei como é o trabalho da imprensa. Talvez isso me ajude um pouco a lidar, a entender o que é necessário por vocês. É uma relação de respeito. Pelos lugares que eu passei, sempre teve isso, sempre fui respeitado e respeitei também. Tanto a imprensa quanto os torcedores", contou após duas entrevistas durante a pré-temporada em Bento Gonçalves.

Em mais de 300 jogos comentados, segundo contas do próprio agora treinador, ele caiu um prêmio: comentarista revelação no Paraná. Este estilo também pode ser visto em campo.

Caio jamais xinga ou expõe seus jogadores. Ao menos nos primeiros seis dias de trabalho na serra. Prefere orientar, chamar a atenção. Parece ser melhor aceito pelos jogadores.

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