Meia sofreu uma fratura no local que já havia operado. Lateral tem edema ósseo e não tem previsão

O departamento médico do Botafogo explicou a lesão de dois jogadores que desfalcaram a equipe carioca nas últimas rodadas. O meia Everton , que sofreu uma trombada e acabou substituído na partida contra o Atlético-GO , na última quinta-feira, sofreu uma fratura no ombro esquerdo e terá que fazer uma cirurgia no local. A previsão do chefe do departamento médico da equipe, doutor Luiz Fernando Medeiros, é de que o jogador pare por ao menos dois meses.

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"Examinamos o Everton no vestiário e não parecida tão grave. Como ele continuava com dor, tiramos uma radiografia, que não apontou nada, mas ele ainda estava com dor. Realizamos uma ressonância em uma clínica que não foi conclusiva. Por último fizemos uma tomografia computadorizada que apontou uma fratura no ombro. Essa fratura necessita de cirurgia e ele deve ser operado o mais breve possível", disse Medeiros.

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Everton já havia operado o mesmo ombro esquerdo em 2010, nos Estados Unidos, quando atuava pelo Tigres, do México, porém, para corrigir uma luxação. Segundo o médico, não é possível afirmar que uma lesão tenha sido responsável pela outra. "Ele estava bem, é difícil dizer que uma coisa causou a outra. Pode ter relação, como pode não ter", declarou.

Já a lesão do lateral-esquerdo Cortês , que se machucou no empate de 0 a 0 com o Flamengo, no último dia 19 de junho, não precisará de cirurgia, mas poderá levar um tempo de recuperação maior que do companheiro. O jogador sofreu um edema ósseo no joelho direito, lesão semelhante ao do meia Elano durante a Copa do Mundo de 2010.

"O Cortês sofreu uma entrose no joelho contra o Flamengo e é uma lesão grave porque a ressonância apontou um edema ósseo. Você olha o jogador e ele está ótimo, mas quando exige que ele corra, ele sente dor. Tem que ter paciência. O Azevedo teve essa mesma lesão, na mesma região, e ficou três ou quatro meses afastado, então é difícil prever, vai demorar", explicou o médico do Botafogo.

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