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Estreante na Argentina, Batista diz ter respeito, mas não medo do Brasil

É um rival clássico nosso. Mas assim como os respeitamos, eles nos respeitam, afirmou o comandante

Gazeta Esportiva |

O amistoso desta quarta-feira contra o Brasil, em Doha, no Catar, não será exatamente a estreia de Sergio Batista à frente da seleção argentina: como interino, ele já dirigiu o time em três oportunidades. A partida terá o peso de um primeiro compromisso oficial como efetivado, no entanto. Mesmo assim, ele descarta medo de pegar a seleção pentacampeã mundial no clássico sul-americano.

"Se tivesse medo do Brasil eu teria ficado em casa. Tenho respeito, mas não medo. Brasil tem muita história. É um rival clássico nosso. Mas assim como os respeitamos, eles nos respeitam", afirmou o comandante, que já enfrentou times gabaritados com a Argentina: venceu a campeã mundial Espanha por 4 a 1 em amistoso, além do triunfo sobre a Irlanda e a derrota para o Japão.

Efetivado no cargo em 2 de novembro, ele tratou de minimizar o peso do placar desta quarta-feira na sequência do trabalho. "Não acredito que um resultado contra provoque algo em minha carreira, já que fui confirmado no cargo há duas semanas, nosso objetivo é a Copa de 2014, no Brasil", afirmou o técnico, que tentará acabar com jejum de cinco anos sem vitória dos argentinos sobre os brasileiros.

"O que passou, passou. Como todo argentino, não gosto de perder para o Brasil, que é um rival direto de sempre. Trata-se de uma partida que tem muita história. As pessoas querem vencer o Brasil. Os respeitamos e tomara que tenhamos um resultado bom, mas hoje tenho que focar no futuro", complementou o comandante, de olho no duelo das 15 horas (de Brasília), nesta quarta-feira.

A escalação da Argentina deve ser ofensiva para o compromisso, no esquema 4-3-3, com: Sergio Romero; Javier Zanetti, Nicolás Burdisso, Nicolás Pareja e Gabriel Heinze; Javier Mascherano, Ever Banega e Javier Pastore; Ángel Di María, Lionel Messi e Gonzalo Higuaín.

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