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Escócia enfrenta Brasil em crise e com técnico retranqueiro

Craig Levein tem escalado sua equipe sem atacante, mas deve colocar um centroavante contra os brasileiros

Marcel Rizzo, enviado iG a Londres |

A Escócia vive crise técnica e tática na última década, a ponto de o treinador Craig Levein ter escalado seu time sem atacante, num esquisito 4-6-0, em algumas partidas das Eliminatórias para a Euro 2012. Contra a República Checa perdeu por 1 a 0 atuando assim e mesmo assim disse que gostou. Os escoceses são terceiros no Grupo I, atrás de espanhóis e tchecos.

Levein perdeu para a partida seu principal jogador na atualidade, Darren Fletcher, jogador do Manchester United, que está machucado. O perfil do grupo mostra que a crise técnica da Escócia faz com que atletas não deixem a região. Somente um convocado não atua ou na Escócia ou na Inglaterra (normalmente em times periféricos): Kenny Miller atua no Bursaspor, da Turquia, e deve ser o atacante na tarde (em Londres) deste domingo.

Getty Images
Craig Levein (à esquerda) como jogador, defendendo a Escócia contra a Suécia na Copa de 1990, na Itália

Leivein é um treinador temperamental, caracterísitica que também tinha como jogador. Quando jogava pelo Hearts, ele quebrou o nariz de um colega de time (Graeme Hogg) durante um treino. Em 1990 estava no grupo escocês na Copa do Mundo da Ítala, mas não enfrentou o Brasil na primeira fase porque estava machucado – o jogo foi 1 a 0 para a seleção brasileira.

“Jogaremos para vencer, não importa quem está do outro lado”, disse Levein. Sua esperança é Charlie Adam, jogador de 26 anos que atua no Blackpool, time pequeno da Inglaterra, mas que espera uma transferência para o Liverpool. Adam disse que o jogo contra o Brasil é a grande chance de mostrar que pode atuar em um time grande.

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