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Engenhão tem máscaras e mosaico para a estreia de Ronaldinho

Ambulantes vendem todo tipo de artigo do craque e torcida flamenguista prepara mosaico na arquibancada

Thales Soares e Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

Uma volta no entorno do Engenhão deixa claro para quem é a festa nesta quarta-feira. Entre torcedores fantasiados e ambulantes paramentados com os artigos que tentam vender, há imagens de Ronaldinho Gaúcho em todo lugar nos arredores do estádio. O pedreiro Oséas Conceição dos Santos, de 38 anos, foi além e fez uma fantasia, que estreou no dia que o jogador fechou com o Flamengo. Ele, contudo, não pareceu muito confiante em um bom desempenho do craque, e do time.

“Acho que vai ser 2 a 1 para o Flamengo. O Nova Iguaçu vai crescer porque o jogo passa na televisão, tem o Ronaldinho, está todo mundo vendo. Acho que o Ronaldinho não marcará gol não. Ainda vai levar um tempinho para ele jogar bem”, analisou o pedreiro, garantindo que tem habilidade para empinar uma bola de verdade na cabeça. “Eu faço isso também! Sei jogar. Essa fantasia fui eu mesmo que fiz. Não sabia onde encontraria aquela faixa que o Ronaldinho usa, então comprei duas meias e amarrei na cabeça, colei a bola e arrumei esses cabelos para ficar bonito”, gabou-se Oséas.

Vicente Seda
Máscara de Ronaldinho Gaúcho é vendida por R$ 3 pelos ambulantes próximos ao Engenhão

Mais à frente, uma figurinha fácil em qualquer evento do Flamengo, o torcedor conhecido como Anjo Rubro-Negro, tentava vender chaveirinhos em forma de anjo para conseguir dinheiro para comprar um ingresso. Com cambistas, já que as entradas para a estreia de Ronaldinhos estão esgostadas.

“Eu entreguei um chaveiro desses para ele lá no quiosque do Gaúcho (barraca na orla da praia próxima ao apartamento de Ronaldinho, na Barra da Tijuca). É um amuleto para o proteger e dar sorte nessa estreia. Espero que faça gols e que o Flamengo vença com facilidade. E espero mais ainda conseguir entrar para ver isso”, disse o torcedor.

Os preços dos produtos variam de acordo com o vendedor. Bonés custam R$ 10, faixas variam entre R$ 1 e R$ 5, máscaras vão de R$ 3 a R$ 10, camisas piratas com imagens de Ronaldinho variam entre R$ 20 e R$ 30. Apesar da quantidade de produtos sendo vendidos no entorno do estádio, parece não haver repressão ao comércio informal. Muitos moradores aproveitaram a oportunidade, como já é costume nas proximidades do Engenhão, para montar pontos de venda no quintal de suas casas. Um deles, que não quis se identificar, disse que já havia vendido 12 camisas e que estava lucrando mais do que em todos os outros jogos deste ano no estádio.

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