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Emerson pega um jogo de suspensão e não encara o Palmeiras

Atacante foi julgado nesta quinta-feira pelo STJD e é mais um desfalque certo para domingo

iG São Paulo |

Gazeta Press
Emerson não enfrenta o Palmeiras, domingo
O atacante Emerson não poderá defender o Corinthians no domingo, no clássico contra o Palmeiras. O jogador foi punido pelo plenário do STJD na tarde desta quinta-feira com pena de um jogo. Sem Emerson, Tite ganha mais um problema para montar o time que joga o clássico. Ralf e Danilo estão suspensos . Jorge Henrique deve ser o substituto do "Sheik".

Leia também: Juiz de Corinthians x Palmeiras fugiu de polêmicas no Brasileirão

Emerson foi julgado por lance no final da partida contra o Avaí, em 30 de outubro, no Pacaembu, quando pisou no pescoço de Daniel, do time catarinense. O árbitro da partida, Leandro Pedro Vuaden não julgou o lance como agressão e aplicou apenas o cartão amarelo para o atacante.

Num primeiro julgamento, o Corinthians conseguiu convencer o júri a mudar a acusação da promotoria de "agressão" para "ato hostil", o que resultou na mudança da punição que poderia ser de até 12 jogos para uma partida. O clube recorreu, conseguiu um efeito suspensivo no dia 11 de novembro que o liberou para o jogo contra o Atlético-PR dois dias depois. Nesta quinta a punição por "ato hostil" foi mantida, assim como a punição em um jogo.

Para o advogado do Corinthians, João Zanforlin, a decisão do árbitro do jogo deveria sempre ser a primeira a ser considerada no plenário. Paulo Schimitt, procurador do STJD julgou que a agressão de "Sheik" é clara e que merecia punição. "Não é possível que um atleta pise no adversário e isso passe impune porque apenas a câmera viu. A justiça desportiva precisa dar a resposta a um lance violento como esse independentemente se o árbitro puniu o jogador ou não", disse Schimitt.

Zanforlin rebateu o argumento do procurador. "Olhem o samba maluco em que estamos. O árbitro achou que o Emerson realizou uma conduta antidesportiva. A regra do jogo é do árbitro. Quando ele toma uma decisão, tribunal nenhum do mundo pode mudar a sentença sem que o mesmo confesse o seu erro", disse Zanforlin, em plenário, defendendo pela liberação de Emerson para o jogo de domingo.

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