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Em jejum, São Paulo usa instabilidade do campeonato a seu favor

Time do Morumbi não está em um bom momento no campeonato, mas segue na briga pelo título

Gazeta |

Os próprios são-paulinos demonstram dificuldade para entender: como é possível estar há cinco jogos sem vencer e continuar firme na briga pelo título? A última rodada foi uma prova de que mesmo o que inicialmente é considerado um tropeço pode aproximar o time da taça. Na última rodada, o São Paulo se decepcionou com o 0 a 0 diante do Inter, mas reduziu para três pontos a distância para a primeira colocação.

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O resultado de quarta-feira até derrubou o São Paulo do terceiro para o quarto lugar e a desvantagem para o líder pode aumentar caso o Botafogo, com um jogo a menos, vença o Santos em compromisso adiado. De qualquer forma, apesar das constantes e exigentes cobranças do capitão Rogério Ceni, vencer não tem sido primordial para o clube sonhar em ser campeão.

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Na 25ª rodada, quando começou o jejum são paulino com um 0 a 0 diante do Corinthians, o time de Adilson Batista seguiu a um ponto do líder. No compromisso seguinte, o comemorado 2 a 2 contra o Botafogo, no Engenhão, ampliou para três a desvantagem para o primeiro colocado, distância que aumentou para quatro com a derrota para o Flamengo no Morumbi. A diferença, contudo, se manteve após o 3 a 3 com o Cruzeiro, em Minas Gerais, e reduziu para três após o empate sem gols com o Inter.

"Não estamos conseguindo ganhar, mas outros times também não", comemorou o lateral direito Piris, fazendo constatação que pode justificar o fato de o São Paulo continuar entre os quatro primeiros colocados. "No Brasileiro, não há times pequenos. Quem está na última posição ganha de quem é o primeiro", disse o paraguaio.

"Não tem time ruim na competição. Elencos muito bons estão lá embaixo brigando para não cair. Não existe um adversário contra quem você possa garantir: 'dá para arrancar três pontos'. Não vencemos há cinco jogos e estamos lá em cima porque está tudo muito embolado e complicado", concordou Rhodolfo.

A ordem, porém, é parar de contar com a sorte e fazer a sua parte para não limitar a meta são-paulina no Brasileiro a uma vaga na próxima Libertadores. Enquanto colegas e comissão técnica calculam ser necessário vencer sete ou oito dos nove jogos restantes, Rogério Ceni pede 100% de aproveitamento até o final do torneio.

"Estamos focados em ser campeão e precisamos ver o que fazemos de errado. Se cada um se doar um pouco mais, melhoraremos muito. Temos que tentar resolver dentro de campo, conversar mais. Nosso espírito já melhorou bastante, agora temos que começar a vencer", discursou Rhodolfo, de olho no fim do jejum neste domingo, contra o Atlético-GO, em Goiânia.

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