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Em jejum com Muricy Ramalho, Elano está na 'mira' do treinador

Elano não marcou mais gols após chegada de Muricy e foi substituído nos últimos três jogos

Samir Carvalho, iG Santos |

Além de arrumar o sistema defensivo do Santos, que sofreu apenas dois gols em seis jogos, o técnico Muricy Ramalho tomou uma atitude que os ex-treinadores do time, Adilson Batista e Marcelo Martelotte, não tomaram: substituir o meia Elano na segunda etapa dos jogos, devido o cansaço físico demonstrado pela atleta na temporada. Além disso, Elano só terminou uma partida como titular sob o comando de Muricy e não balançou mais as redes desde a chegada do treinador.

Elano disputou quatro partidas sob o comando de Muricy e foi substituído pelo treinador em três jogos (contra o Deportivo Táchira, Ponte Preta e América). O camisa 8 só jogou os 90 minutos apenas uma vez com Muricy (contra o Americana), já que foi poupado contra o Paulista, de Jundiaí, e estava suspenso contra o Cerro Porteño.

Após a vitória contra o América, Muricy comentou sobre o desempenho de Elano, substituído por Adriano no final do jogo. Desde que assumiu a equipe, Muricy não esconde que Elano está abaixo do esperado na condição física, porém amenizou a situação e lembrou a maratona de jogos da equipe na temporada.

“O Elano ainda gostei do segundo tempo, fez dois contra um lá na direita. Mas é claro que essa maratona não é fácil. Estamos repetindo time toda hora. Só dorme e joga. Só decisão. Não tem um jogo mais ou menos. O time está no limite, sempre precisando ganhar. Não é fácil, a parte física e mental. Se esgota mesmo. Jogo de um time em cima do outro o tempo todo e isso cansa”, disse Muricy.

Artilheiro do Santos na temporada, com 13 gols marcados, Elano justificou o jejum de gols com a chegada de Muricy, explicando que está atuando mais recuado no esquema tático do treinador.

“Mudei para melhor, pois a equipe está vencendo. Tenho dez gols no Paulista e três na Libertadores, mas se não voltar a marcar e o time seguir vencendo está bom. Meu posicionamento está um pouco diferente mesmo, só que é como o Muricy mesmo diz: Se o coletivo estiver bem, a individualidade vai sempre estar aparecendo”, disse o meia.


 

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