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Futebol
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Elenco do Atlético-MG tem conversa de uma hora e meia com Kalil

Presidente atleticano e comissão técnica cobraram os jogadores pelos resultados ruins das últimas rodadas

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

O treino do Atlético-MG começou mais tarde nesta sexta-feira. Marcado para iniciar às 15h30, os jogadores atleticanos foram para o campo somente às 17h, por conta de uma reunião com a diretoria e a comissão técnica. O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, participou da conversa com os jogadores e deixou o Centro de Treinamento logo que começou a atividade.

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Depois da confusão na chegada dos jogadores a Belo Horizonte , a diretoria atleticana decidiu blindar todo o elenco e nenhum atleta deu entrevista nesta sexta-feira. Coube ao diretor de futebol do Atlético-MG, Eduardo Maluf, e ao técnico Dorival Júnior comentarem o momento do time alvinegro dentro do Brasileiro.

“Nós que cuidamos do futebol, achamos que no momento o jogador não deve falar hoje. Não tem problema nenhuma, é uma decisão nossa pelo momento que passamos e hoje vamos falar eu e o Dorival. A partir de amanhã (sábado) os jogadores vão falar. Uma recepção igual a que eles tiveram, que a gente entende como justa, que foi uma cobrança normal e correta do torcedor”, explicou Eduardo Maluf, que não quis falar sobre o assunto tratado na conversa com os jogadores.

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Flickr/Clube Atlético Mineiro
Depois da conversa com os jogadores, Kalil observou poucos minutos do treino antes de ir embora
Se Eduardo Maluf achou correta a ida dos torcedores ao aeroporto, o técnico Dorival Júnior não ficou nada satisfeito com o protesto realizado no aeroporto de Confins. Para o treinador atleticano, a pipoca atirada nos jogadores teve o mesmo peso de uma pedra. Assim como a diretoria, o treinador do Atlético-MG preferiu não comentar os assuntos tratados na conversa com os jogadores.

“Não foi a reação do torcedor, foi reação de meia dúzia de pessoas, que não mostra aquilo que representa a grande torcida do Atlético. A grande maioria está infeliz, como nós, principalmente das últimas três apresentações, estamos mordidos com tudo isso. Torcedor tem todo direito de protestar, mas não tem direito de agredir, uma pipoca, ou outra pedra tem o mesmo peso. Ninguém tem direito de agredir a ninguém, até porque estamos em um país onde politicamente todo mundo faz o que quer e ninguém faz nada, não é punido. É normal na nossa profissão que tenhamos uma fase ruim, conturbada, e imagina se todos se sentissem o direito de estar cobrando, agredindo. Mas olho o lado do torcedor, mas estamos trabalhando para sair desta situação”.

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