Volante vascaíno diz que zagueiro tem de manter regularidade no clube e bons resultados com a camisa amarela

Eduardo Costa corre para manter a forma no Vasco
Maurício Val / Fotocom.net
Eduardo Costa corre para manter a forma no Vasco
Às vésperas da Copa do Mundo de 2002, Eduardo Costa integrou a lista de jogadores convocados por Luiz Felipe Scolari . A seleção brasileira ia mal das pernas. Mas, para o volante de apenas 19 anos, sua carreira estava decolando. No Mundial, ele acabou ficando de fora. Por isso, a experiência vivida com a camisa amarela serve hoje de ensinamento para o zagueiro Dedé , que na quarta-feira atuou como titular no empate em 0 a 0 contra a Argentina .

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Eduardo Costa assistiu ao amistoso. Gostou da atuação do companheiro de Vasco e analisa o futuro do jogador na seleção. O difícil, segundo o volante, não é chegar. E, sim, manter o nível de atuação e continuar fazendo “bem feito” no cube.

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“O fato de não ter sofrido gol, já é mais importante para o zagueiro”, destaca Eduardo Costa. “Agora, ele precisa manter uma regularidade no clube e na seleção quando for chamado novamente. Ter uma sequência de bons resultados também ajuda. O resultado (vitória) é importante”, completou.

Revelado pelo Grêmio , em 2000, o jogador chegou à seleção ainda jovem. Quando Felipão divulgou a lista oficial, acabou esquecido. Outros jovens meias, Kleberson e Gilberto Silva, foram chamados, ao lado de nomes experientes como Vampeta e Belletti. Apesar da frustração, a carreira de Eduardo Costa ganhou dimensão internacional. Transferiu-se para Bordeaux e Olympique de Marselha – ambos na França -, Espanyol (Espanha) e Lecci (Itália).

A sequência para Dedé na seleção pode ser fácil. O volante acha que, aos 23 anos, o defensor vascaíno está mais maduro do que ele no começo de carreira. “Tem que saber suportar a pressão. Jogar na seleção, disputar um clássico contra a Argentina, todo mundo quer, mas é preciso ter equilíbrio. E vejo o Dedé com este potencial. Pelo que ele faz aqui no Vasco, acredito que ele vai longe”.


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