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Edmundo diz que festa superou expectativa

Reviver jogadas com Juninho e Felipe foi um dos destaques da festa. Ex-jogador do Vasco só lamentou a falta de ritmo

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Vinte anos e dois meses separaram o começo e o encerramento da carreira de Edmundo. Na noite desta quarta-feira, em São Januário, o ex-jogador deu adeus ao futebol. Diante de 21 mil pagantes, o Animal marcou dois gols na goleada de 9 a 1 sobre o Barcelona de Guayaquil (Equador), revivendo a final da Libertadores de 98. Ao fim do jogo, já de banho tomado e refletido sobre todas as emoções vividas em 85 minutos, Edmundo contou que a festa superou sua expectativa.

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Agência O Globo
Edmundo comemora gol na despedida, vestindo a camisa 10
CONFIRA FOTOS DA DESPEDIDA DE EDMUNDO NESTA QUARTA-FEIRA

“Sinceramente, não esperava tanta gente. Achava que seria uma coisa simples, com pouca gente. E o que me deixou bem animado também foi a minha participação. Depois de 3,3 anos parado, sem ritmo, treinando só em academia, suportei bem”, disse o ex-jogador e hoje comentarista esportivo.

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Edmundo queria uma despedida honrosa, já que sua última partida oficial, em 7 de dezembro de 2008, foi marcada de forma negativa. Na ocasião, o Vasco foi derrotado pelo Vitória, sendo rebaixado no Campeonato Brasileiro. Vascaíno assumido, sofreu duplamente: como jogador e torcedor. Até que o convite de Roberto Dinamite lhe deu oportunidade de, finalmente, encerrar sua passagem pelo clube de forma especial.

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“Na minha passagem, eu vivi momentos bons e ruins. E quando olhei na cara torcedor na arquibancada, vi que aquele torcedor estava ali porque gosta de mim. Quem veio, veio por minha causa, para me aplaudir, para me prestigiar. Pena que o corpo já não corresponde”, comentou o Animal, lembrando a alegria de reviver os dias ao lado de Juninho Pernambucano e Felipe, seus companheiros na campanha do Brasileiro de 97.

“Eu não acreditei que pudesse, depois de tanto tempo, jogar com eles. Voltei no tempo. Se eu tivesse mais ritmo, poderia ter ficado mais na cara do gol. Impressionante: eu chegava perto do Felipe e ele já sabia o que fazer comigo. Enfiava pela lateral entre os zagueiros, tive chance de fazer gols. Sabia que precisava dominar e virar, mas o corpo não correspondia”, disse o ex-jogador.

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